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		<title><![CDATA[Fórum Barbear Tradicional - Todos os Fóruns]]></title>
		<link>https://www.barbeartradicional.com.br/</link>
		<description><![CDATA[Fórum Barbear Tradicional - https://www.barbeartradicional.com.br]]></description>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 23:28:16 +0000</pubDate>
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		<item>
			<title><![CDATA[KAMPFE ST10-A10P: vale a pena? Gostaria da opinião de quem conhece]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1340.html</link>
			<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 19:26:35 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=627">Francisco Bruno</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1340.html</guid>
			<description><![CDATA[Olá, Confradesl!<br />
Estou pesquisando a <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">KAMPFE ST10-A10P</span> inspirada na <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Edwin Jagger 3one6 </span>e estou bastante interessado em adquirir uma, principalmente pela construção em aço inoxidável e por ser um aparelho fixo.<br />
Porém, antes de comprar, gostaria de ouvir a opinião de quem já possui ou já utilizou esse modelo.<br />
Tenho algumas dúvidas:<ul class="mycode_list"><li>Como vocês avaliam a qualidade de construção e acabamento da ST10-A10P? <br />
</li>
<li>Qual é a sensação dela durante o barbear: mild, média ou mais agressiva? <br />
</li>
<li>Ela é mais voltada para conforto ou eficiência? <br />
</li>
<li>Como é o blade feel dela? <br />
</li>
<li>Ela costuma perdoar um pouco de pressão ou exige uma técnica mais cuidadosa? <br />
</li>
<li>Para quem já utilizou outros aparelhos, com qual Safety Razor vocês comparariam a ST10? <br />
</li>
<li>O que vocês acham da relação custo-benefício dela? <br />
</li>
<li>E, principalmente: vocês comprariam novamente a ST10-A10P? <br />
</li>
</ul>
<br />
<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="PNG Image" border="0" alt=".png" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3836" target="_blank" title="">Captura de Tela (182).png</a> (Tamanho: 102.02 KB / Downloads: 5)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><br />
<br />
Eu já utilizo uma Safety Razorajustável e estou acostumado a fazer diferentes regulagens durante o barbear. Atualmente costumo começar em uma regulagem mais alta e ir diminuindo nas passadas seguintes.<br />
Estou realmente interessado na ST10-A10P, mas tenho algumas dúvidas antes de investir nela e gostaria de ouvir principalmente a experiência de quem já teve contato com o aparelho.<br />
Para quem possui a ST10-A10P: qual é a opinião de vocês sobre ela? Vale a compra?<br />
Obrigado desde já pelas sugestões! ?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Olá, Confradesl!<br />
Estou pesquisando a <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">KAMPFE ST10-A10P</span> inspirada na <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Edwin Jagger 3one6 </span>e estou bastante interessado em adquirir uma, principalmente pela construção em aço inoxidável e por ser um aparelho fixo.<br />
Porém, antes de comprar, gostaria de ouvir a opinião de quem já possui ou já utilizou esse modelo.<br />
Tenho algumas dúvidas:<ul class="mycode_list"><li>Como vocês avaliam a qualidade de construção e acabamento da ST10-A10P? <br />
</li>
<li>Qual é a sensação dela durante o barbear: mild, média ou mais agressiva? <br />
</li>
<li>Ela é mais voltada para conforto ou eficiência? <br />
</li>
<li>Como é o blade feel dela? <br />
</li>
<li>Ela costuma perdoar um pouco de pressão ou exige uma técnica mais cuidadosa? <br />
</li>
<li>Para quem já utilizou outros aparelhos, com qual Safety Razor vocês comparariam a ST10? <br />
</li>
<li>O que vocês acham da relação custo-benefício dela? <br />
</li>
<li>E, principalmente: vocês comprariam novamente a ST10-A10P? <br />
</li>
</ul>
<br />
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<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="PNG Image" border="0" alt=".png" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3836" target="_blank" title="">Captura de Tela (182).png</a> (Tamanho: 102.02 KB / Downloads: 5)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><br />
<br />
Eu já utilizo uma Safety Razorajustável e estou acostumado a fazer diferentes regulagens durante o barbear. Atualmente costumo começar em uma regulagem mais alta e ir diminuindo nas passadas seguintes.<br />
Estou realmente interessado na ST10-A10P, mas tenho algumas dúvidas antes de investir nela e gostaria de ouvir principalmente a experiência de quem já teve contato com o aparelho.<br />
Para quem possui a ST10-A10P: qual é a opinião de vocês sobre ela? Vale a compra?<br />
Obrigado desde já pelas sugestões! ?]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Qual barbeador você escolheria pra vida toda se pudesse ter apenas 1?]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1339.html</link>
			<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 13:29:23 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=275">Maximus Brow</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1339.html</guid>
			<description><![CDATA[Qual barbeador você escolheria pra vida toda se pudesse ter apenas 1?<br />
<br />
Caros foristas,<br />
<br />
Tenho perto de 20 barbeadores, entre antigos e modernos.<br />
<br />
Mas fiquei pensando em uma coisa: se eu tivesse que escolher apenas um deles para continuar usando até os 80 anos, qual seria?<br />
<br />
No meu caso, não precisaria pensar duas vezes: seria o meu Gillette Old Type.<br />
<br />
Eu possuo um Rockwell T2, lindo, ajustável e uma máquina premium. Tenho também outros barbeadores dos quais gosto muito.<br />
<br />
Mas, se fosse para ficar com apenas um, seria o bom e velho Gillette Old Type.<br />
<br />
Explico: é um barbeador do ano de nascimento do meu avô, faz a barba muito bem e tem uma eficiência brutal.<br />
<br />
Além de todo o apelo emocional que essa peça representa para mim, é um dos poucos barbeadores que realmente me proporcionam prazer ao me barbear.<br />
<br />
E, claro, depois da restauração feita pela Ruas Men's Grooming, ele ficou ainda mais especial.<br />
<br />
Veja aqui a restauração do meu Gillette Old Type:<br />
<br />
<a href="https://barbeartradicional.com.br/showthread.php?mode=linear&amp;tid=985&amp;pid=19241&amp;utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://barbeartradicional.com.br/showth...hatgpt.com</a><br />
<br />
Estou até pensando em dar uma reduzida na coleção e ficar apenas com aquilo que realmente gosto de usar.<br />
<br />
E vocês?<br />
<br />
Se pudessem escolher apenas um barbeador para continuar usando pelo resto da vida, qual seria?<br />
<br />
E, principalmente, por quê?<br />
<br />
Abs,<br />
<br />
Igor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Qual barbeador você escolheria pra vida toda se pudesse ter apenas 1?<br />
<br />
Caros foristas,<br />
<br />
Tenho perto de 20 barbeadores, entre antigos e modernos.<br />
<br />
Mas fiquei pensando em uma coisa: se eu tivesse que escolher apenas um deles para continuar usando até os 80 anos, qual seria?<br />
<br />
No meu caso, não precisaria pensar duas vezes: seria o meu Gillette Old Type.<br />
<br />
Eu possuo um Rockwell T2, lindo, ajustável e uma máquina premium. Tenho também outros barbeadores dos quais gosto muito.<br />
<br />
Mas, se fosse para ficar com apenas um, seria o bom e velho Gillette Old Type.<br />
<br />
Explico: é um barbeador do ano de nascimento do meu avô, faz a barba muito bem e tem uma eficiência brutal.<br />
<br />
Além de todo o apelo emocional que essa peça representa para mim, é um dos poucos barbeadores que realmente me proporcionam prazer ao me barbear.<br />
<br />
E, claro, depois da restauração feita pela Ruas Men's Grooming, ele ficou ainda mais especial.<br />
<br />
Veja aqui a restauração do meu Gillette Old Type:<br />
<br />
<a href="https://barbeartradicional.com.br/showthread.php?mode=linear&amp;tid=985&amp;pid=19241&amp;utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://barbeartradicional.com.br/showth...hatgpt.com</a><br />
<br />
Estou até pensando em dar uma reduzida na coleção e ficar apenas com aquilo que realmente gosto de usar.<br />
<br />
E vocês?<br />
<br />
Se pudessem escolher apenas um barbeador para continuar usando pelo resto da vida, qual seria?<br />
<br />
E, principalmente, por quê?<br />
<br />
Abs,<br />
<br />
Igor.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Colecionar Faz Bem? Os Limites Entre Paixão, Hobby e Compulsão.]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1338.html</link>
			<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 12:07:22 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=275">Maximus Brow</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1338.html</guid>
			<description><![CDATA[Colecionar Faz Bem? Os Limites Entre Paixão, Hobby e Compulsão.<br />
<br />
Prezados Foristas,<br />
<br />
Colecionar objetos é um comportamento muito mais comum do que pode parecer. Pessoas colecionam livros, moedas, brinquedos, discos, relógios, antiguidades, miniaturas, instrumentos, barbeadores e inúmeros outros objetos. Mas o que a psicologia e a psiquiatria dizem sobre esse hábito? Quando estamos diante de um hobby normal e quando ele pode se transformar em um comportamento problemático?<br />
<br />
A primeira coisa importante é entender que colecionismo e transtorno de acumulação não são a mesma coisa.<br />
<br />
Colecionar é, em si, um problema?<br />
<br />
Não. A literatura científica considera o colecionismo uma forma comum de comportamento humano e alerta para o risco de transformar automaticamente uma atividade normal em um problema psicológico.<br />
<br />
Uma revisão publicada na revista Clinical Psychology Review destaca justamente essa questão: embora existam semelhanças entre colecionismo e acumulação patológica, a maioria dos colecionadores não apresenta transtorno de acumulação. Os pesquisadores ressaltam que é importante evitar a patologização de um comportamento amplamente disseminado. PubMed<br />
<br />
A American Psychiatric Association também diferencia claramente colecionismo de transtorno de acumulação. Segundo a entidade, colecionadores normalmente procuram objetos específicos de maneira intencional e organizada. A coleção costuma possuir um tema ou critério definido e os objetos podem ser organizados, admirados ou exibidos. Psiquiatria<br />
<br />
Portanto, possuir muitos objetos não é, por si só, sinal de doença.<br />
<br />
Quais podem ser os aspectos positivos?<br />
<br />
O colecionismo pode proporcionar prazer, entretenimento e satisfação pessoal. A busca por determinado objeto, a pesquisa sobre sua história, a comparação entre modelos e a organização da coleção podem se transformar em atividades bastante envolventes.<br />
<br />
Também existe um componente de conhecimento. Muitos colecionadores desenvolvem um nível elevado de especialização sobre aquilo que colecionam, conhecendo fabricantes, modelos, períodos históricos, diferenças de fabricação, materiais e características específicas.<br />
<br />
Outro aspecto importante é a identidade. Uma coleção pode representar interesses pessoais e funcionar como uma forma de expressão. Para algumas pessoas, os objetos também possuem valor afetivo porque estão relacionados a lembranças, experiências ou determinadas fases da vida.<br />
<br />
Além disso, colecionar pode ter uma dimensão social. Comunidades de colecionadores permitem trocar informações, compartilhar experiências e estabelecer relações com pessoas que possuem interesses semelhantes.<br />
<br />
Nada disso é considerado, por si só, um comportamento patológico.<br />
<br />
Então onde está o problema?<br />
<br />
O ponto central não é a quantidade de objetos, mas a relação da pessoa com eles.<br />
<br />
Uma pessoa pode possuir uma coleção grande, organizada e perfeitamente administrável. Outra pode ter uma coleção relativamente pequena, mas apresentar sofrimento, perda de controle ou problemas financeiros relacionados às compras.<br />
<br />
Por isso, perguntas como estas são mais importantes do que simplesmente contar quantos objetos existem:<br />
<br />
Eu consigo decidir quando comprar e quando não comprar?<br />
<br />
Consigo deixar de adquirir novos objetos durante algum tempo?<br />
<br />
Minha coleção está dentro das minhas possibilidades financeiras?<br />
<br />
Consigo me desfazer de alguma peça quando isso é necessário?<br />
<br />
Minha coleção interfere no meu trabalho, nos meus relacionamentos ou na minha rotina?<br />
<br />
Essas questões ajudam a identificar se o hobby continua sendo uma atividade escolhida ou se começa a assumir um papel excessivo na vida da pessoa.<br />
<br />
Quando o colecionismo começa a fugir do controle?<br />
<br />
Alguns sinais merecem atenção.<br />
<br />
Entre eles estão a aquisição impulsiva e repetitiva, a dificuldade de controlar os gastos, a continuidade das compras mesmo diante de problemas financeiros, o acúmulo desorganizado e a dificuldade extrema de se desfazer de objetos.<br />
<br />
Também pode ser preocupante quando a coleção começa a ocupar espaços que deveriam ter outras funções, provoca conflitos familiares, interfere no trabalho ou leva a pessoa a evitar receber outras pessoas em casa.<br />
<br />
A Mayo Clinic destaca que, no transtorno de acumulação, a pessoa pode apresentar dificuldade persistente para descartar ou se separar de objetos, independentemente de seu valor real, acompanhada de sofrimento diante da possibilidade de perdê-los. O acúmulo pode chegar ao ponto de comprometer o uso normal dos ambientes e o funcionamento cotidiano. Mayo Clinic<br />
<br />
Colecionismo não é transtorno de acumulação<br />
<br />
Essa talvez seja a distinção mais importante.<br />
<br />
No colecionismo, normalmente existe seleção. O indivíduo procura determinados objetos, segue algum critério e costuma organizar aquilo que adquiriu.<br />
<br />
No transtorno de acumulação, a aquisição pode ser mais impulsiva e a dificuldade de descartar objetos é muito mais intensa. A desorganização e o comprometimento dos espaços de convivência também são características importantes.<br />
<br />
A American Psychiatric Association explica que, enquanto colecionadores normalmente possuem um tema específico e adquirem objetos de maneira organizada e intencional, pessoas com transtorno de acumulação podem adquirir objetos de maneira mais impulsiva e apresentar dificuldade significativa para organizar e descartar seus pertences. Psiquiatria<br />
<br />
Uma pesquisa publicada na Comprehensive Psychiatry comparou colecionadores e pessoas com transtorno de acumulação justamente para estudar essas diferenças. Os resultados reforçam que existem características capazes de distinguir o colecionismo considerado normal da acumulação patológica. PubMed<br />
<br />
E quando existe sofrimento?<br />
<br />
Quando a dificuldade de descartar, a aquisição ou o acúmulo provocam sofrimento significativo ou prejudicam a vida cotidiana, pode existir um transtorno de acumulação, que é uma condição reconhecida pela psiquiatria.<br />
<br />
Entre suas possíveis consequências estão conflitos familiares, isolamento social, dificuldades profissionais e problemas relacionados à segurança e à utilização da própria residência. Em casos graves, o excesso de objetos pode criar riscos físicos e comprometer atividades básicas do dia a dia. Psiquiatria<br />
<br />
É importante lembrar que não cabe ao próprio colecionador ou a outra pessoa fazer um diagnóstico apenas observando o tamanho de uma coleção. O diagnóstico depende da avaliação de um profissional de saúde mental.<br />
<br />
Existe tratamento?<br />
<br />
Sim. Quando existe transtorno de acumulação, a terapia cognitivo comportamental é uma das principais abordagens utilizadas.<br />
<br />
O tratamento pode trabalhar as crenças relacionadas aos objetos, a necessidade de adquirir novos itens, a dificuldade de tomar decisões, a organização e a capacidade de se desfazer gradualmente de determinados pertences. Mayo Clinic<br />
<br />
O objetivo não é simplesmente mandar a pessoa jogar tudo fora. A intervenção procura modificar a relação problemática com os objetos e desenvolver habilidades que permitam uma vida mais funcional.<br />
<br />
Afinal, quando devemos nos preocupar?<br />
<br />
Talvez a melhor pergunta não seja:<br />
<br />
Tenho objetos demais?<br />
<br />
Mas sim:<br />
<br />
Eu controlo minha coleção ou minha coleção está começando a controlar minhas decisões?<br />
<br />
Ter uma coleção grande não significa, automaticamente, ter um problema psicológico. Gostar de pesquisar, comprar, organizar e utilizar determinados objetos pode ser simplesmente um hobby.<br />
<br />
O sinal de alerta aparece quando a pessoa perde a capacidade de estabelecer limites, sofre com isso ou começa a pagar um preço significativo em outras áreas da vida.<br />
<br />
Em outras palavras: o problema não está necessariamente em possuir muitos objetos. Está em perder o controle sobre a relação com eles.<br />
<br />
E essa diferença é justamente o que separa um colecionador de uma situação que pode exigir atenção profissional.<br />
<br />
Referências<br />
<br />
1. American Psychiatric Association — What is Hoarding Disorder?<br />
<br />
American Psychiatric Association — What is Hoarding Disorder?<br />
<br />
[<a href="https://www.psychiatry.org/patients-families/hoarding-disorder/what-is-hoarding-disorder%5D(https://www.psychiatry.org/patients-families/hoarding-disorder/what-is-hoarding-disorder)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://www.psychiatry.org/patients-fami...-disorder)</a><br />
<br />
2. Mayo Clinic — Hoarding disorder: Symptoms and causes.<br />
<br />
Mayo Clinic — Symptoms and causes<br />
<br />
[<a href="https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/hoarding-disorder/symptoms-causes/syc-20356056%5D(https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/hoarding-disorder/symptoms-causes/syc-20356056)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://www.mayoclinic.org/diseases-cond...-20356056)</a><br />
<br />
3. Mayo Clinic — Hoarding disorder: Diagnosis and treatment.<br />
<br />
Mayo Clinic — Diagnosis and treatment<br />
<br />
[<a href="https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/hoarding-disorder/diagnosis-treatment/drc-20356062%5D(https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/hoarding-disorder/diagnosis-treatment/drc-20356062)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://www.mayoclinic.org/diseases-cond...-20356062)</a><br />
<br />
4. Nordsletten, A. E.; Mataix Cols, D. — Hoarding versus collecting: where does pathology diverge from play? Clinical Psychology Review, 2012.<br />
<br />
PubMed — Hoarding versus collecting<br />
<br />
[<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22322013/%5D(https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22322013/)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22322013...22322013/)</a><br />
<br />
5. Nordsletten, A. E.; Fernández de la Cruz, L.; Billotti, D.; Mataix Cols, D. — Finders keepers: the features differentiating hoarding disorder from normative collecting. Comprehensive Psychiatry, 2013.<br />
<br />
PubMed — Finders keepers<br />
<br />
[<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22995450/%5D(https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22995450/)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22995450...22995450/)</a><br />
<br />
6. Pertusa, A. et al. — Refining the diagnostic boundaries of compulsive hoarding: a critical review. Clinical Psychology Review, 2010.<br />
<br />
PubMed — Refining the diagnostic boundaries of compulsive hoarding<br />
<br />
[<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20189280/%5D(https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20189280/)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20189280...20189280/)</a><br />
<br />
abs,<br />
<br />
Igor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Colecionar Faz Bem? Os Limites Entre Paixão, Hobby e Compulsão.<br />
<br />
Prezados Foristas,<br />
<br />
Colecionar objetos é um comportamento muito mais comum do que pode parecer. Pessoas colecionam livros, moedas, brinquedos, discos, relógios, antiguidades, miniaturas, instrumentos, barbeadores e inúmeros outros objetos. Mas o que a psicologia e a psiquiatria dizem sobre esse hábito? Quando estamos diante de um hobby normal e quando ele pode se transformar em um comportamento problemático?<br />
<br />
A primeira coisa importante é entender que colecionismo e transtorno de acumulação não são a mesma coisa.<br />
<br />
Colecionar é, em si, um problema?<br />
<br />
Não. A literatura científica considera o colecionismo uma forma comum de comportamento humano e alerta para o risco de transformar automaticamente uma atividade normal em um problema psicológico.<br />
<br />
Uma revisão publicada na revista Clinical Psychology Review destaca justamente essa questão: embora existam semelhanças entre colecionismo e acumulação patológica, a maioria dos colecionadores não apresenta transtorno de acumulação. Os pesquisadores ressaltam que é importante evitar a patologização de um comportamento amplamente disseminado. PubMed<br />
<br />
A American Psychiatric Association também diferencia claramente colecionismo de transtorno de acumulação. Segundo a entidade, colecionadores normalmente procuram objetos específicos de maneira intencional e organizada. A coleção costuma possuir um tema ou critério definido e os objetos podem ser organizados, admirados ou exibidos. Psiquiatria<br />
<br />
Portanto, possuir muitos objetos não é, por si só, sinal de doença.<br />
<br />
Quais podem ser os aspectos positivos?<br />
<br />
O colecionismo pode proporcionar prazer, entretenimento e satisfação pessoal. A busca por determinado objeto, a pesquisa sobre sua história, a comparação entre modelos e a organização da coleção podem se transformar em atividades bastante envolventes.<br />
<br />
Também existe um componente de conhecimento. Muitos colecionadores desenvolvem um nível elevado de especialização sobre aquilo que colecionam, conhecendo fabricantes, modelos, períodos históricos, diferenças de fabricação, materiais e características específicas.<br />
<br />
Outro aspecto importante é a identidade. Uma coleção pode representar interesses pessoais e funcionar como uma forma de expressão. Para algumas pessoas, os objetos também possuem valor afetivo porque estão relacionados a lembranças, experiências ou determinadas fases da vida.<br />
<br />
Além disso, colecionar pode ter uma dimensão social. Comunidades de colecionadores permitem trocar informações, compartilhar experiências e estabelecer relações com pessoas que possuem interesses semelhantes.<br />
<br />
Nada disso é considerado, por si só, um comportamento patológico.<br />
<br />
Então onde está o problema?<br />
<br />
O ponto central não é a quantidade de objetos, mas a relação da pessoa com eles.<br />
<br />
Uma pessoa pode possuir uma coleção grande, organizada e perfeitamente administrável. Outra pode ter uma coleção relativamente pequena, mas apresentar sofrimento, perda de controle ou problemas financeiros relacionados às compras.<br />
<br />
Por isso, perguntas como estas são mais importantes do que simplesmente contar quantos objetos existem:<br />
<br />
Eu consigo decidir quando comprar e quando não comprar?<br />
<br />
Consigo deixar de adquirir novos objetos durante algum tempo?<br />
<br />
Minha coleção está dentro das minhas possibilidades financeiras?<br />
<br />
Consigo me desfazer de alguma peça quando isso é necessário?<br />
<br />
Minha coleção interfere no meu trabalho, nos meus relacionamentos ou na minha rotina?<br />
<br />
Essas questões ajudam a identificar se o hobby continua sendo uma atividade escolhida ou se começa a assumir um papel excessivo na vida da pessoa.<br />
<br />
Quando o colecionismo começa a fugir do controle?<br />
<br />
Alguns sinais merecem atenção.<br />
<br />
Entre eles estão a aquisição impulsiva e repetitiva, a dificuldade de controlar os gastos, a continuidade das compras mesmo diante de problemas financeiros, o acúmulo desorganizado e a dificuldade extrema de se desfazer de objetos.<br />
<br />
Também pode ser preocupante quando a coleção começa a ocupar espaços que deveriam ter outras funções, provoca conflitos familiares, interfere no trabalho ou leva a pessoa a evitar receber outras pessoas em casa.<br />
<br />
A Mayo Clinic destaca que, no transtorno de acumulação, a pessoa pode apresentar dificuldade persistente para descartar ou se separar de objetos, independentemente de seu valor real, acompanhada de sofrimento diante da possibilidade de perdê-los. O acúmulo pode chegar ao ponto de comprometer o uso normal dos ambientes e o funcionamento cotidiano. Mayo Clinic<br />
<br />
Colecionismo não é transtorno de acumulação<br />
<br />
Essa talvez seja a distinção mais importante.<br />
<br />
No colecionismo, normalmente existe seleção. O indivíduo procura determinados objetos, segue algum critério e costuma organizar aquilo que adquiriu.<br />
<br />
No transtorno de acumulação, a aquisição pode ser mais impulsiva e a dificuldade de descartar objetos é muito mais intensa. A desorganização e o comprometimento dos espaços de convivência também são características importantes.<br />
<br />
A American Psychiatric Association explica que, enquanto colecionadores normalmente possuem um tema específico e adquirem objetos de maneira organizada e intencional, pessoas com transtorno de acumulação podem adquirir objetos de maneira mais impulsiva e apresentar dificuldade significativa para organizar e descartar seus pertences. Psiquiatria<br />
<br />
Uma pesquisa publicada na Comprehensive Psychiatry comparou colecionadores e pessoas com transtorno de acumulação justamente para estudar essas diferenças. Os resultados reforçam que existem características capazes de distinguir o colecionismo considerado normal da acumulação patológica. PubMed<br />
<br />
E quando existe sofrimento?<br />
<br />
Quando a dificuldade de descartar, a aquisição ou o acúmulo provocam sofrimento significativo ou prejudicam a vida cotidiana, pode existir um transtorno de acumulação, que é uma condição reconhecida pela psiquiatria.<br />
<br />
Entre suas possíveis consequências estão conflitos familiares, isolamento social, dificuldades profissionais e problemas relacionados à segurança e à utilização da própria residência. Em casos graves, o excesso de objetos pode criar riscos físicos e comprometer atividades básicas do dia a dia. Psiquiatria<br />
<br />
É importante lembrar que não cabe ao próprio colecionador ou a outra pessoa fazer um diagnóstico apenas observando o tamanho de uma coleção. O diagnóstico depende da avaliação de um profissional de saúde mental.<br />
<br />
Existe tratamento?<br />
<br />
Sim. Quando existe transtorno de acumulação, a terapia cognitivo comportamental é uma das principais abordagens utilizadas.<br />
<br />
O tratamento pode trabalhar as crenças relacionadas aos objetos, a necessidade de adquirir novos itens, a dificuldade de tomar decisões, a organização e a capacidade de se desfazer gradualmente de determinados pertences. Mayo Clinic<br />
<br />
O objetivo não é simplesmente mandar a pessoa jogar tudo fora. A intervenção procura modificar a relação problemática com os objetos e desenvolver habilidades que permitam uma vida mais funcional.<br />
<br />
Afinal, quando devemos nos preocupar?<br />
<br />
Talvez a melhor pergunta não seja:<br />
<br />
Tenho objetos demais?<br />
<br />
Mas sim:<br />
<br />
Eu controlo minha coleção ou minha coleção está começando a controlar minhas decisões?<br />
<br />
Ter uma coleção grande não significa, automaticamente, ter um problema psicológico. Gostar de pesquisar, comprar, organizar e utilizar determinados objetos pode ser simplesmente um hobby.<br />
<br />
O sinal de alerta aparece quando a pessoa perde a capacidade de estabelecer limites, sofre com isso ou começa a pagar um preço significativo em outras áreas da vida.<br />
<br />
Em outras palavras: o problema não está necessariamente em possuir muitos objetos. Está em perder o controle sobre a relação com eles.<br />
<br />
E essa diferença é justamente o que separa um colecionador de uma situação que pode exigir atenção profissional.<br />
<br />
Referências<br />
<br />
1. American Psychiatric Association — What is Hoarding Disorder?<br />
<br />
American Psychiatric Association — What is Hoarding Disorder?<br />
<br />
[<a href="https://www.psychiatry.org/patients-families/hoarding-disorder/what-is-hoarding-disorder%5D(https://www.psychiatry.org/patients-families/hoarding-disorder/what-is-hoarding-disorder)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://www.psychiatry.org/patients-fami...-disorder)</a><br />
<br />
2. Mayo Clinic — Hoarding disorder: Symptoms and causes.<br />
<br />
Mayo Clinic — Symptoms and causes<br />
<br />
[<a href="https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/hoarding-disorder/symptoms-causes/syc-20356056%5D(https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/hoarding-disorder/symptoms-causes/syc-20356056)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://www.mayoclinic.org/diseases-cond...-20356056)</a><br />
<br />
3. Mayo Clinic — Hoarding disorder: Diagnosis and treatment.<br />
<br />
Mayo Clinic — Diagnosis and treatment<br />
<br />
[<a href="https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/hoarding-disorder/diagnosis-treatment/drc-20356062%5D(https://www.mayoclinic.org/diseases-conditions/hoarding-disorder/diagnosis-treatment/drc-20356062)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://www.mayoclinic.org/diseases-cond...-20356062)</a><br />
<br />
4. Nordsletten, A. E.; Mataix Cols, D. — Hoarding versus collecting: where does pathology diverge from play? Clinical Psychology Review, 2012.<br />
<br />
PubMed — Hoarding versus collecting<br />
<br />
[<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22322013/%5D(https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22322013/)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22322013...22322013/)</a><br />
<br />
5. Nordsletten, A. E.; Fernández de la Cruz, L.; Billotti, D.; Mataix Cols, D. — Finders keepers: the features differentiating hoarding disorder from normative collecting. Comprehensive Psychiatry, 2013.<br />
<br />
PubMed — Finders keepers<br />
<br />
[<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22995450/%5D(https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22995450/)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22995450...22995450/)</a><br />
<br />
6. Pertusa, A. et al. — Refining the diagnostic boundaries of compulsive hoarding: a critical review. Clinical Psychology Review, 2010.<br />
<br />
PubMed — Refining the diagnostic boundaries of compulsive hoarding<br />
<br />
[<a href="https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20189280/%5D(https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20189280/)" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url">https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/20189280...20189280/)</a><br />
<br />
abs,<br />
<br />
Igor.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Do barbeador à... criação de galinhas: qual é o seu outro hobby?]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1337.html</link>
			<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 16:36:01 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=275">Maximus Brow</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1337.html</guid>
			<description><![CDATA[Do barbeador à... criação de galinhas: qual é o seu outro hobby?<br />
<br />
Prezados foristas,<br />
<br />
Creio que, pelo simples fato de você ter criado um nickname aqui no fórum, o seu interesse pelo barbear tradicional é, no mínimo, genuíno. Afinal, ninguém acorda numa terça-feira de manhã, olha para uma navalha, um barbeador, um pincel e pensa: "É disso que minha vida estava precisando."<br />
<br />
Alguns chegaram ontem, outros já estão aqui há anos, mas todos nós temos algo em comum: em algum momento uma lâmina, um barbeador, um pincel ou simplesmente a vontade de transformar o ato de fazer a barba em alguma coisa mais interessante nos trouxe até aqui.<br />
<br />
Mas fiquei pensando em uma coisa: qual é o outro hobby de vocês?<br />
<br />
No meu caso, além do barbear clássico, tenho outro hobby que sempre fez parte da minha vida: escrever. Também gosto muito de ler. Houve uma fase em que eu lia, no mínimo, dois livros por semana. Era praticamente uma maratona literária, só que sem medalha no final e sem ninguém esperando na linha de chegada.<br />
<br />
Depois da paternidade e do aumento das responsabilidades no trabalho, a leitura acabou ficando em segundo plano. O tempo ficou mais disputado e precisei fazer escolhas. Entre trabalho, família e outras responsabilidades, infelizmente não inventaram ainda um mecanismo para colocar mais seis horas no dia.<br />
<br />
Hoje me dedico mais ao hobby do barbear clássico e à escrita. E, em alguns momentos, consigo juntar os dois.<br />
<br />
Gosto de escrever para o fórum e tento, com todas as forças, não ser prolixo. Nem sempre consigo, evidentemente. Mas a intenção existe, o que já deve contar alguma coisa.<br />
<br />
Procuro trazer temas que permitam que todos os confrades participem, contem suas experiências e façam do tópico uma conversa, e não um monólogo. Afinal, uma das coisas que mais gosto daqui é justamente descobrir como cada um chegou ao barbear tradicional, quais são suas manias, suas descobertas, suas preferências e, principalmente, como alguém consegue justificar para a família a necessidade urgente de comprar mais um barbeador quando já possui outros vinte.<br />
<br />
Agora a pergunta fica para vocês: qual é o hobby que divide espaço com o barbear tradicional na sua vida?<br />
<br />
Vale tudo: música, esportes, dança, cutelaria, carros, gastronomia, fotografia, colecionismo, jardinagem, astronomia, tocar um instrumento, criar galinhas, restaurar uma bicicleta de 1963, estudar a reprodução dos pinguins ou simplesmente saber exatamente quantos grãos de arroz cabem em uma xícara.<br />
<br />
O importante é ter um hobby para dividir o tempo com o barbear tradicional. E, se o hobby envolver gastar dinheiro em coisas que você provavelmente não precisa, melhor ainda: você está oficialmente entre os seus. <br />
<br />
Vamos lá, gastem 30 segundos de sua vida e escrevam aqui no post.<br />
<br />
abs,<br />
<br />
Igor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Do barbeador à... criação de galinhas: qual é o seu outro hobby?<br />
<br />
Prezados foristas,<br />
<br />
Creio que, pelo simples fato de você ter criado um nickname aqui no fórum, o seu interesse pelo barbear tradicional é, no mínimo, genuíno. Afinal, ninguém acorda numa terça-feira de manhã, olha para uma navalha, um barbeador, um pincel e pensa: "É disso que minha vida estava precisando."<br />
<br />
Alguns chegaram ontem, outros já estão aqui há anos, mas todos nós temos algo em comum: em algum momento uma lâmina, um barbeador, um pincel ou simplesmente a vontade de transformar o ato de fazer a barba em alguma coisa mais interessante nos trouxe até aqui.<br />
<br />
Mas fiquei pensando em uma coisa: qual é o outro hobby de vocês?<br />
<br />
No meu caso, além do barbear clássico, tenho outro hobby que sempre fez parte da minha vida: escrever. Também gosto muito de ler. Houve uma fase em que eu lia, no mínimo, dois livros por semana. Era praticamente uma maratona literária, só que sem medalha no final e sem ninguém esperando na linha de chegada.<br />
<br />
Depois da paternidade e do aumento das responsabilidades no trabalho, a leitura acabou ficando em segundo plano. O tempo ficou mais disputado e precisei fazer escolhas. Entre trabalho, família e outras responsabilidades, infelizmente não inventaram ainda um mecanismo para colocar mais seis horas no dia.<br />
<br />
Hoje me dedico mais ao hobby do barbear clássico e à escrita. E, em alguns momentos, consigo juntar os dois.<br />
<br />
Gosto de escrever para o fórum e tento, com todas as forças, não ser prolixo. Nem sempre consigo, evidentemente. Mas a intenção existe, o que já deve contar alguma coisa.<br />
<br />
Procuro trazer temas que permitam que todos os confrades participem, contem suas experiências e façam do tópico uma conversa, e não um monólogo. Afinal, uma das coisas que mais gosto daqui é justamente descobrir como cada um chegou ao barbear tradicional, quais são suas manias, suas descobertas, suas preferências e, principalmente, como alguém consegue justificar para a família a necessidade urgente de comprar mais um barbeador quando já possui outros vinte.<br />
<br />
Agora a pergunta fica para vocês: qual é o hobby que divide espaço com o barbear tradicional na sua vida?<br />
<br />
Vale tudo: música, esportes, dança, cutelaria, carros, gastronomia, fotografia, colecionismo, jardinagem, astronomia, tocar um instrumento, criar galinhas, restaurar uma bicicleta de 1963, estudar a reprodução dos pinguins ou simplesmente saber exatamente quantos grãos de arroz cabem em uma xícara.<br />
<br />
O importante é ter um hobby para dividir o tempo com o barbear tradicional. E, se o hobby envolver gastar dinheiro em coisas que você provavelmente não precisa, melhor ainda: você está oficialmente entre os seus. <br />
<br />
Vamos lá, gastem 30 segundos de sua vida e escrevam aqui no post.<br />
<br />
abs,<br />
<br />
Igor.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Quase 600 inscritos! Você que nos visita, venha fazer parte do Fórum!]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1336.html</link>
			<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 18:02:34 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=275">Maximus Brow</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1336.html</guid>
			<description><![CDATA[Quase 600 inscritos! Você que nos visita, venha fazer parte do Fórum! <br />
<br />
O Fórum Barbear Tradicional Brasil está chegando a uma marca muito especial: quase 600 membros inscritos!<br />
<br />
Além dos membros registrados, recebemos diariamente uma média de 700 a 800 visitantes, pessoas que chegam ao fórum em busca de informações, dicas, experiências e, claro, para conhecer um pouco mais sobre o universo do barbear clássico.<br />
<br />
E se você é um desses visitantes, fica o convite: inscreva-se no fórum!<br />
<br />
A inscrição é totalmente gratuita e permite que você participe de verdade. Você poderá criar seus próprios tópicos, fazer perguntas, compartilhar suas experiências, mostrar seus barbeadores, lâminas, pincéis, cremes e sabões, além de conversar e trocar ideias com outros apaixonados pelo barbear tradicional.<br />
<br />
E aqui você encontrará muita gente disposta a ajudar.<br />
<br />
Nosso fórum reúne iniciantes, veteranos, colecionadores e pessoas com muitos anos de experiência. São usuários que conhecem profundamente barbeadores, lâminas, pincéis, sabões, cremes e tudo o que envolve esse universo.<br />
<br />
Está com alguma dúvida? Pergunte!<br />
<br />
Provavelmente haverá alguém por aqui que já passou pela mesma situação e poderá compartilhar sua experiência.<br />
<br />
Outro dado interessante: recebemos diariamente visitantes de cerca de 28 países. Isso mostra que, embora sejamos uma comunidade brasileira, nosso conteúdo também desperta interesse muito além das fronteiras do Brasil.<br />
<br />
E o melhor de tudo: participar é totalmente gratuito e o conteúdo do fórum é amplamente acessível.<br />
<br />
Se você está começando no barbear clássico, se já é um veterano ou simplesmente tem curiosidade sobre esse universo, venha fazer parte da nossa comunidade.<br />
<br />
Quase 600 membros, entre 700 e 800 visitantes por dia e pessoas de cerca de 28 países acompanhando nosso conteúdo.<br />
<br />
O Fórum Barbear Tradicional é a maior  comunidade de barbear clássico do Brasil e, seguramente, uma das maiores da América Latina.<br />
<br />
Você já faz parte dessa história?<br />
<br />
Se ainda não, inscreva-se. Será um prazer ter você por aqui!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Quase 600 inscritos! Você que nos visita, venha fazer parte do Fórum! <br />
<br />
O Fórum Barbear Tradicional Brasil está chegando a uma marca muito especial: quase 600 membros inscritos!<br />
<br />
Além dos membros registrados, recebemos diariamente uma média de 700 a 800 visitantes, pessoas que chegam ao fórum em busca de informações, dicas, experiências e, claro, para conhecer um pouco mais sobre o universo do barbear clássico.<br />
<br />
E se você é um desses visitantes, fica o convite: inscreva-se no fórum!<br />
<br />
A inscrição é totalmente gratuita e permite que você participe de verdade. Você poderá criar seus próprios tópicos, fazer perguntas, compartilhar suas experiências, mostrar seus barbeadores, lâminas, pincéis, cremes e sabões, além de conversar e trocar ideias com outros apaixonados pelo barbear tradicional.<br />
<br />
E aqui você encontrará muita gente disposta a ajudar.<br />
<br />
Nosso fórum reúne iniciantes, veteranos, colecionadores e pessoas com muitos anos de experiência. São usuários que conhecem profundamente barbeadores, lâminas, pincéis, sabões, cremes e tudo o que envolve esse universo.<br />
<br />
Está com alguma dúvida? Pergunte!<br />
<br />
Provavelmente haverá alguém por aqui que já passou pela mesma situação e poderá compartilhar sua experiência.<br />
<br />
Outro dado interessante: recebemos diariamente visitantes de cerca de 28 países. Isso mostra que, embora sejamos uma comunidade brasileira, nosso conteúdo também desperta interesse muito além das fronteiras do Brasil.<br />
<br />
E o melhor de tudo: participar é totalmente gratuito e o conteúdo do fórum é amplamente acessível.<br />
<br />
Se você está começando no barbear clássico, se já é um veterano ou simplesmente tem curiosidade sobre esse universo, venha fazer parte da nossa comunidade.<br />
<br />
Quase 600 membros, entre 700 e 800 visitantes por dia e pessoas de cerca de 28 países acompanhando nosso conteúdo.<br />
<br />
O Fórum Barbear Tradicional é a maior  comunidade de barbear clássico do Brasil e, seguramente, uma das maiores da América Latina.<br />
<br />
Você já faz parte dessa história?<br />
<br />
Se ainda não, inscreva-se. Será um prazer ter você por aqui!]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Rockwell Razors: de um projeto no Kickstarter ao sucesso no barbear clássico.]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1335.html</link>
			<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 11:39:08 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=275">Maximus Brow</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1335.html</guid>
			<description><![CDATA[Rockwell Razors: de um projeto no Kickstarter ao sucesso no barbear clássico.<br />
<br />
A Rockwell Razors surgiu na década de 2010, criada por dois estudantes universitários que compartilhavam o interesse pelo barbear clássico.<br />
<br />
A ideia partiu de uma percepção bastante simples: apesar de os safety razors continuarem extremamente populares entre os aficionados, seus projetos haviam mudado relativamente pouco ao longo das décadas. A proposta da Rockwell era pegar um conceito tradicional e tentar reinventá-lo utilizando engenharia, prototipagem e materiais modernos.<br />
<br />
O primeiro grande projeto da empresa foi o Rockwell 6S. Antes de chegar ao mercado, o barbeador passou por modelagem CAD, prototipagem em impressão 3D e testes com usuários.<br />
<br />
E aqui está uma das grandes sacadas da Rockwell: em vez de simplesmente criar mais um barbeador com uma determinada agressividade, a empresa desenvolveu um sistema de placas reversíveis.<br />
<br />
O 6S possui três placas, cada uma com dois lados, totalizando seis posições diferentes. Assim, o usuário pode escolher entre uma regulagem mais suave ou mais agressiva simplesmente trocando a placa.<br />
<br />
Uma curiosidade é que o 6S foi lançado originalmente por meio de uma campanha no Kickstarter. A meta inicial era de apenas US&#36; 12 mil, e foi atingida em menos de 24 horas. A campanha acabou arrecadando mais de US&#36; 250 mil.<br />
<br />
Ou seja, a Rockwell começou praticamente como uma aposta: precisava convencer os próprios consumidores de que havia espaço para uma nova geração de safety razors.<br />
<br />
E parece que a aposta deu certo.<br />
<br />
O Rockwell 6S rapidamente conquistou uma reputação muito forte entre os entusiastas do barbear clássico. Em fóruns e comunidades dedicadas ao wet shaving, o modelo é frequentemente elogiado justamente pela combinação entre construção em aço inoxidável, peso, acabamento e, principalmente, pela possibilidade de encontrar uma regulagem adequada para diferentes tipos de barba e preferências de barbear.<br />
<br />
Outro ponto interessante é a confiança da própria Rockwell no projeto. O 6S é fabricado em aço inoxidável 316L e possui garantia vitalícia. A proposta é clara: não se trata de um barbeador pensado para durar alguns anos, mas de um produto construído para acompanhar o usuário por toda a vida.<br />
<br />
O sucesso do 6S também abriu caminho para outros modelos.<br />
<br />
O Rockwell 6C trouxe praticamente a mesma filosofia das seis regulagens, mas utilizando uma construção em liga de zinco cromada, tornando o modelo mais acessível.<br />
<br />
Depois veio o 2C, uma alternativa mais simples, com duas posições de regulagem.<br />
<br />
A Rockwell também resolveu experimentar outro conceito com o Model T. Em vez das placas do 6S, o Model T utilizava um sistema de regulagem por dial e abertura butterfly, aproximando sua proposta da ideia de um barbeador ajustável tradicional.<br />
<br />
Mais tarde surgiu o T2, uma evolução do Model T, com alterações no mecanismo e na construção.<br />
<br />
Mas, apesar de toda essa evolução, é difícil falar da Rockwell sem voltar ao 6S.<br />
<br />
Ele acabou se tornando uma espécie de cartão de visitas da empresa e um dos safety razors modernos mais conhecidos entre os aficionados pelo barbear clássico.<br />
<br />
E talvez essa seja a parte mais interessante da história: a Rockwell não surgiu de uma grande fabricante tradicional tentando voltar ao mercado de safety razors. Surgiu de dois estudantes que olharam para um produto com mais de cem anos de história e pensaram:<br />
<br />
“Será que não dá para fazer isso de uma maneira diferente?”<br />
<br />
O resultado foi o Rockwell 6S. <br />
<br />
abs,<br />
<br />
Igor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Rockwell Razors: de um projeto no Kickstarter ao sucesso no barbear clássico.<br />
<br />
A Rockwell Razors surgiu na década de 2010, criada por dois estudantes universitários que compartilhavam o interesse pelo barbear clássico.<br />
<br />
A ideia partiu de uma percepção bastante simples: apesar de os safety razors continuarem extremamente populares entre os aficionados, seus projetos haviam mudado relativamente pouco ao longo das décadas. A proposta da Rockwell era pegar um conceito tradicional e tentar reinventá-lo utilizando engenharia, prototipagem e materiais modernos.<br />
<br />
O primeiro grande projeto da empresa foi o Rockwell 6S. Antes de chegar ao mercado, o barbeador passou por modelagem CAD, prototipagem em impressão 3D e testes com usuários.<br />
<br />
E aqui está uma das grandes sacadas da Rockwell: em vez de simplesmente criar mais um barbeador com uma determinada agressividade, a empresa desenvolveu um sistema de placas reversíveis.<br />
<br />
O 6S possui três placas, cada uma com dois lados, totalizando seis posições diferentes. Assim, o usuário pode escolher entre uma regulagem mais suave ou mais agressiva simplesmente trocando a placa.<br />
<br />
Uma curiosidade é que o 6S foi lançado originalmente por meio de uma campanha no Kickstarter. A meta inicial era de apenas US&#36; 12 mil, e foi atingida em menos de 24 horas. A campanha acabou arrecadando mais de US&#36; 250 mil.<br />
<br />
Ou seja, a Rockwell começou praticamente como uma aposta: precisava convencer os próprios consumidores de que havia espaço para uma nova geração de safety razors.<br />
<br />
E parece que a aposta deu certo.<br />
<br />
O Rockwell 6S rapidamente conquistou uma reputação muito forte entre os entusiastas do barbear clássico. Em fóruns e comunidades dedicadas ao wet shaving, o modelo é frequentemente elogiado justamente pela combinação entre construção em aço inoxidável, peso, acabamento e, principalmente, pela possibilidade de encontrar uma regulagem adequada para diferentes tipos de barba e preferências de barbear.<br />
<br />
Outro ponto interessante é a confiança da própria Rockwell no projeto. O 6S é fabricado em aço inoxidável 316L e possui garantia vitalícia. A proposta é clara: não se trata de um barbeador pensado para durar alguns anos, mas de um produto construído para acompanhar o usuário por toda a vida.<br />
<br />
O sucesso do 6S também abriu caminho para outros modelos.<br />
<br />
O Rockwell 6C trouxe praticamente a mesma filosofia das seis regulagens, mas utilizando uma construção em liga de zinco cromada, tornando o modelo mais acessível.<br />
<br />
Depois veio o 2C, uma alternativa mais simples, com duas posições de regulagem.<br />
<br />
A Rockwell também resolveu experimentar outro conceito com o Model T. Em vez das placas do 6S, o Model T utilizava um sistema de regulagem por dial e abertura butterfly, aproximando sua proposta da ideia de um barbeador ajustável tradicional.<br />
<br />
Mais tarde surgiu o T2, uma evolução do Model T, com alterações no mecanismo e na construção.<br />
<br />
Mas, apesar de toda essa evolução, é difícil falar da Rockwell sem voltar ao 6S.<br />
<br />
Ele acabou se tornando uma espécie de cartão de visitas da empresa e um dos safety razors modernos mais conhecidos entre os aficionados pelo barbear clássico.<br />
<br />
E talvez essa seja a parte mais interessante da história: a Rockwell não surgiu de uma grande fabricante tradicional tentando voltar ao mercado de safety razors. Surgiu de dois estudantes que olharam para um produto com mais de cem anos de história e pensaram:<br />
<br />
“Será que não dá para fazer isso de uma maneira diferente?”<br />
<br />
O resultado foi o Rockwell 6S. <br />
<br />
abs,<br />
<br />
Igor.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Socorro! Socorro! Meu barbeador é de Zamak. E agora?]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1334.html</link>
			<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 10:36:27 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=275">Maximus Brow</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1334.html</guid>
			<description><![CDATA[Socorro! Socorro! Meu barbeador é de Zamak. E agora?<br />
<br />
O aço inoxidável e o titânio são materiais excelentes: boas propriedades mecânicas, resistência à corrosão e durabilidade. Mas existe um terceiro material que costuma ser tratado quase como criminoso nas discussões sobre barbeadores: o Zamak.<br />
<br />
Zamak não é simplesmente “zinco barato”. É uma família de ligas à base de zinco, com alumínio, magnésio e cobre, especialmente adequada à fundição sob pressão. Permite produzir peças complexas, com boa precisão dimensional, excelente repetibilidade e custo relativamente baixo.<br />
<br />
É comum ouvir que um barbeador de Zamak será necessariamente frágil, terá vida curta ou será inferior. A realidade é bem mais complexa. O material é utilizado há décadas na indústria, inclusive em aplicações submetidas a vibração, variação de temperatura, umidade e contato com agentes químicos — condições que, em muitos casos, são mais severas do que as encontradas em um banheiro.<br />
<br />
Isso não significa que qualquer peça de Zamak seja eterna. Composição da liga, processo de fundição, espessura, desenho, tolerâncias, acabamento e condições de uso fazem enorme diferença.<br />
<br />
Aqui é preciso separar material de projeto.<br />
<br />
Um barbeador de Zamak mal projetado pode ser ruim. Um bem projetado pode ser excelente. O mesmo vale para aço inoxidável e titânio. Material sozinho não salva uma ideia ruim nem transforma automaticamente um produto em superior.<br />
<br />
Muitos confundem menor custo de fabricação com menor qualidade de projeto. São coisas diferentes. Um fabricante pode escolher Zamak por razões econômicas e ainda assim entregar um ótimo produto. Da mesma forma, pode fabricar em inox e entregar algo medíocre.<br />
<br />
Um barbeador não é uma peça estrutural de avião. Sua função é relativamente simples: manter a lâmina posicionada, oferecer a geometria correta, ter rigidez suficiente e permitir um barbear seguro e eficiente. Se o projeto faz isso bem, o fato de ser fabricado em Zamak não deveria, por si só, decretar sua inferioridade.<br />
<br />
Muitos barbeadores recebem tratamentos superficiais que melhoram a aparência e ajudam na resistência à corrosão. Com cuidados normais, podem durar muitos anos.<br />
<br />
Claro que o Zamak tem limitações. Dependendo da liga e da aplicação, pode apresentar menor resistência mecânica que determinados aços, ser mais suscetível a danos por impactos fortes e sofrer degradação em condições inadequadas de umidade ou exposição química. Problemas de fundição, projeto ou acabamento também podem prejudicar sua longevidade.<br />
<br />
Mas transformar isso em “Zamak = descartável” é tão simplista quanto dizer “inox = perfeito”.<br />
<br />
Engenharia não funciona assim.<br />
<br />
Colecionadores conhecem peças de Zamak com décadas de uso que continuam perfeitamente funcionais. Quando bem especificado, corretamente fabricado e utilizado dentro das condições previstas, o material pode oferecer excelente longevidade.<br />
<br />
Talvez o problema, portanto, não esteja simplesmente na liga, mas em todo o conjunto: projeto, espessura, tolerâncias, qualidade da fundição, desenho, acabamento, roscas, tratamento superficial e manutenção.<br />
<br />
E, principalmente, em como ele barbeia.<br />
<br />
Há uma certa diversão nessa obsessão por materiais: alguém pega um Zamak que barbeia excepcionalmente bem e diz: “Mas é Zamak!”. Depois pega um inox que barbeia mal e responde: “Mas é inox!”.<br />
<br />
É como avaliar um carro apenas pelo material do volante.<br />
<br />
Material importa. Engenharia importa mais.<br />
<br />
Não existe material milagroso. Existe material adequado ou inadequado para determinada aplicação, associado a um projeto bem ou mal executado.<br />
<br />
Se alguém quiser criticar um barbeador por projeto ruim, baixa eficiência, geometria inadequada ou problemas de construção, ótimo. Vamos discutir tecnicamente.<br />
<br />
Agora, dizer que um barbeador é ruim simplesmente porque é feito de Zamak é transformar uma especificação de material em argumento de autoridade.<br />
<br />
Engenharia é um pouco mais complicada — e, justamente por isso, bem mais interessante — do que isso.<br />
<br />
Obs.: Possuo diversos barbeadores de Zamak e, até hoje, todos me atenderam muito bem.<br />
<br />
ABS,<br />
Igor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Socorro! Socorro! Meu barbeador é de Zamak. E agora?<br />
<br />
O aço inoxidável e o titânio são materiais excelentes: boas propriedades mecânicas, resistência à corrosão e durabilidade. Mas existe um terceiro material que costuma ser tratado quase como criminoso nas discussões sobre barbeadores: o Zamak.<br />
<br />
Zamak não é simplesmente “zinco barato”. É uma família de ligas à base de zinco, com alumínio, magnésio e cobre, especialmente adequada à fundição sob pressão. Permite produzir peças complexas, com boa precisão dimensional, excelente repetibilidade e custo relativamente baixo.<br />
<br />
É comum ouvir que um barbeador de Zamak será necessariamente frágil, terá vida curta ou será inferior. A realidade é bem mais complexa. O material é utilizado há décadas na indústria, inclusive em aplicações submetidas a vibração, variação de temperatura, umidade e contato com agentes químicos — condições que, em muitos casos, são mais severas do que as encontradas em um banheiro.<br />
<br />
Isso não significa que qualquer peça de Zamak seja eterna. Composição da liga, processo de fundição, espessura, desenho, tolerâncias, acabamento e condições de uso fazem enorme diferença.<br />
<br />
Aqui é preciso separar material de projeto.<br />
<br />
Um barbeador de Zamak mal projetado pode ser ruim. Um bem projetado pode ser excelente. O mesmo vale para aço inoxidável e titânio. Material sozinho não salva uma ideia ruim nem transforma automaticamente um produto em superior.<br />
<br />
Muitos confundem menor custo de fabricação com menor qualidade de projeto. São coisas diferentes. Um fabricante pode escolher Zamak por razões econômicas e ainda assim entregar um ótimo produto. Da mesma forma, pode fabricar em inox e entregar algo medíocre.<br />
<br />
Um barbeador não é uma peça estrutural de avião. Sua função é relativamente simples: manter a lâmina posicionada, oferecer a geometria correta, ter rigidez suficiente e permitir um barbear seguro e eficiente. Se o projeto faz isso bem, o fato de ser fabricado em Zamak não deveria, por si só, decretar sua inferioridade.<br />
<br />
Muitos barbeadores recebem tratamentos superficiais que melhoram a aparência e ajudam na resistência à corrosão. Com cuidados normais, podem durar muitos anos.<br />
<br />
Claro que o Zamak tem limitações. Dependendo da liga e da aplicação, pode apresentar menor resistência mecânica que determinados aços, ser mais suscetível a danos por impactos fortes e sofrer degradação em condições inadequadas de umidade ou exposição química. Problemas de fundição, projeto ou acabamento também podem prejudicar sua longevidade.<br />
<br />
Mas transformar isso em “Zamak = descartável” é tão simplista quanto dizer “inox = perfeito”.<br />
<br />
Engenharia não funciona assim.<br />
<br />
Colecionadores conhecem peças de Zamak com décadas de uso que continuam perfeitamente funcionais. Quando bem especificado, corretamente fabricado e utilizado dentro das condições previstas, o material pode oferecer excelente longevidade.<br />
<br />
Talvez o problema, portanto, não esteja simplesmente na liga, mas em todo o conjunto: projeto, espessura, tolerâncias, qualidade da fundição, desenho, acabamento, roscas, tratamento superficial e manutenção.<br />
<br />
E, principalmente, em como ele barbeia.<br />
<br />
Há uma certa diversão nessa obsessão por materiais: alguém pega um Zamak que barbeia excepcionalmente bem e diz: “Mas é Zamak!”. Depois pega um inox que barbeia mal e responde: “Mas é inox!”.<br />
<br />
É como avaliar um carro apenas pelo material do volante.<br />
<br />
Material importa. Engenharia importa mais.<br />
<br />
Não existe material milagroso. Existe material adequado ou inadequado para determinada aplicação, associado a um projeto bem ou mal executado.<br />
<br />
Se alguém quiser criticar um barbeador por projeto ruim, baixa eficiência, geometria inadequada ou problemas de construção, ótimo. Vamos discutir tecnicamente.<br />
<br />
Agora, dizer que um barbeador é ruim simplesmente porque é feito de Zamak é transformar uma especificação de material em argumento de autoridade.<br />
<br />
Engenharia é um pouco mais complicada — e, justamente por isso, bem mais interessante — do que isso.<br />
<br />
Obs.: Possuo diversos barbeadores de Zamak e, até hoje, todos me atenderam muito bem.<br />
<br />
ABS,<br />
Igor]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Escola João Américo de Barbear Tradicional.]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1333.html</link>
			<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 09:47:26 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=275">Maximus Brow</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1333.html</guid>
			<description><![CDATA[Escola João Américo de Barbear Tradicional.<br />
<br />
Prezados foristas,<br />
<br />
No Dia dos Pais, minha filha me avisou toda contente que iria me dar um pacote com 60 lâminas SuperBarba Amarela.<br />
<br />
Até aí, tudo certo. Presente escolhido, expectativa criada e eu já imaginando os próximos barbeares.<br />
<br />
Só que, quando o presente chegou, veio a surpresa: em vez da SuperBarba Amarela, ela tinha comprado um pacote de BIC Chrome Platinum.<br />
<br />
Fiquei curioso e perguntei:<br />
<br />
— Filha, você não tinha falado que ia comprar a SuperBarba?<br />
<br />
E ela, com a maior tranquilidade do mundo, respondeu:<br />
<br />
— Pai, eu pesquisei e essa lâmina é melhor.<br />
<br />
Pronto. Nesse momento, eu percebi que alguma coisa estava acontecendo.<br />
<br />
Acho que minha filha andou lendo os posts do João Américo aqui no fórum!<br />
<br />
Agora, além das BIC Chrome Platinum, o presente de Dia dos Pais ainda teve um pote de 700 g de creme de barbear Palmindaya e um Yaqi The Final Cut, que ainda está a caminho, vindo da China.<br />
<br />
Ou seja: minha filha não apenas deu presente.<br />
<br />
Ela está alimentando o vício!<br />
<br />
Daqui a pouco, vou perguntar qual lâmina devo usar e ela vai me responder com uma análise de fio, agressividade, consistência do lote e qual barbeador combina melhor com determinada lâmina.<br />
<br />
Aí eu vou ter certeza de que o fórum venceu... e que o João Américo está fazendo escola!<br />
<br />
ABS,<br />
<br />
Igor]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Escola João Américo de Barbear Tradicional.<br />
<br />
Prezados foristas,<br />
<br />
No Dia dos Pais, minha filha me avisou toda contente que iria me dar um pacote com 60 lâminas SuperBarba Amarela.<br />
<br />
Até aí, tudo certo. Presente escolhido, expectativa criada e eu já imaginando os próximos barbeares.<br />
<br />
Só que, quando o presente chegou, veio a surpresa: em vez da SuperBarba Amarela, ela tinha comprado um pacote de BIC Chrome Platinum.<br />
<br />
Fiquei curioso e perguntei:<br />
<br />
— Filha, você não tinha falado que ia comprar a SuperBarba?<br />
<br />
E ela, com a maior tranquilidade do mundo, respondeu:<br />
<br />
— Pai, eu pesquisei e essa lâmina é melhor.<br />
<br />
Pronto. Nesse momento, eu percebi que alguma coisa estava acontecendo.<br />
<br />
Acho que minha filha andou lendo os posts do João Américo aqui no fórum!<br />
<br />
Agora, além das BIC Chrome Platinum, o presente de Dia dos Pais ainda teve um pote de 700 g de creme de barbear Palmindaya e um Yaqi The Final Cut, que ainda está a caminho, vindo da China.<br />
<br />
Ou seja: minha filha não apenas deu presente.<br />
<br />
Ela está alimentando o vício!<br />
<br />
Daqui a pouco, vou perguntar qual lâmina devo usar e ela vai me responder com uma análise de fio, agressividade, consistência do lote e qual barbeador combina melhor com determinada lâmina.<br />
<br />
Aí eu vou ter certeza de que o fórum venceu... e que o João Américo está fazendo escola!<br />
<br />
ABS,<br />
<br />
Igor]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cópias...]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1332.html</link>
			<pubDate>Sun, 09 Aug 2026 13:41:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=521">Barretos</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1332.html</guid>
			<description><![CDATA[Enquanto alguns fabricantes investem em engenharia, testes e desenvolvimento, outros preferem o caminho mais fácil: copiar.<br />
<br />
Kammpfe, Yaqi, DS Cosmetics e tantas outras seguem copiando projetos consagrados, como o R89, Rocca, Futur, Progress etc, mudando apenas o logotipo.<br />
<br />
O pior é que essas cópias raramente entregam a mesma qualidade. Tolerâncias de fabricação inferiores e acabamento inconsistente são problemas frequentes. Ainda assim, muitos desses barbeadores são vendidos por preços que já não justificam a desculpa do "custo-benefício".<br />
<br />
"É mais barato, então vale o teste". Esqueça que você terá, com uma cópia, a mesma experiência que teria com uma original.<br />
<br />
Tive e tenha ainda algumas cópias, o "investimento" não vale! Rebarbas, lâmina desalinhada, folgas, vibração, ... não vale nem os 20 ou 30 reais pagos.<br />
<br />
<br />
<a href="https://ibb.co/qLYRzfT1" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url"><img src="https://i.ibb.co/GfQVXLzP/barbeadores-1.jpg" loading="lazy"  alt="[Imagem: barbeadores-1.jpg]" class="mycode_img" /></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Enquanto alguns fabricantes investem em engenharia, testes e desenvolvimento, outros preferem o caminho mais fácil: copiar.<br />
<br />
Kammpfe, Yaqi, DS Cosmetics e tantas outras seguem copiando projetos consagrados, como o R89, Rocca, Futur, Progress etc, mudando apenas o logotipo.<br />
<br />
O pior é que essas cópias raramente entregam a mesma qualidade. Tolerâncias de fabricação inferiores e acabamento inconsistente são problemas frequentes. Ainda assim, muitos desses barbeadores são vendidos por preços que já não justificam a desculpa do "custo-benefício".<br />
<br />
"É mais barato, então vale o teste". Esqueça que você terá, com uma cópia, a mesma experiência que teria com uma original.<br />
<br />
Tive e tenha ainda algumas cópias, o "investimento" não vale! Rebarbas, lâmina desalinhada, folgas, vibração, ... não vale nem os 20 ou 30 reais pagos.<br />
<br />
<br />
<a href="https://ibb.co/qLYRzfT1" target="_blank" rel="noopener" class="mycode_url"><img src="https://i.ibb.co/GfQVXLzP/barbeadores-1.jpg" loading="lazy"  alt="[Imagem: barbeadores-1.jpg]" class="mycode_img" /></a>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[DSCosmetic DS-Z0, uma imitação levada à sério da R41.]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1331.html</link>
			<pubDate>Sat, 08 Aug 2026 17:43:25 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=441">convencional</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1331.html</guid>
			<description><![CDATA[<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">AVISO IMPORTANTE!</span><br />
Para quem acabou de abandonar os cartuchos ou Philishaves da vida e está chegando agora no mundo do barbear clássico definitivamente esta <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">NÃO deve ser a sua primeira escolha/compra</span> sob o risco de uma terrível (e injusta!) primeira impressão e formar uma opinião precocemente equivocada sobre o assunto. Este é um aparelho para quem já está iniciado no mundo do barbear clássico.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Fabricante: DSCosmetic</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Modelo: Z0 Pioneer (clone da Mühle R41)</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Origem: China</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Tipo: 3 peças.</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Construção: Usinada em CNC com acabamento polido.</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Material: Aço inox 316L em todas as peças.</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Comprimento da alça: 92 mm</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Diâmetro alça: 14mm</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Peso total: 131g (cabeçal 38g + alça 93g)</span><br />
<br />
Lançada por volta da 2ª metade de 2018, trata-se de uma "homenagem" ao modelo original alemão Mühle R41 com a principal diferença no material e construção utilizados.<br />
Enquanto a R41 era feita até naquele momento somente em zinco fundido com revestimento geralmente cromado, a Z0 tomava forma a partir de um bloco de aço usinado em CNC.<br />
Somente em Março de 2021 que a Mühle enfim lançaria sua própria versão usinada em aço inox, a R41 GS.<br />
Em 2023 surgiram versões em latão e titânio.<br />
No momento da postagem deste review, somente o modelo em latão encontra-se disponível para venda no AliEx.<br />
<br />
Nunca tive acesso à uma R41 em qualquer versão que fosse em mãos então não posso confirmar que a experiência de barbear seja exatamente fiel à mesma, mas certamente é muito próxima, uma vez aque as experiências, relatos e orientações de uso em fóruns/discussões já existentes sobre a R41 serviram perfeitamente para adaptar-me à Z0, além dos usuários que possuem os dois modelos (e até outras versões da R41) reportando que as diferenças são muito sutis entre si.<br />
<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="JPG Image" border="0" alt=".jpg" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3780" target="_blank" title="">Clipboard03.jpg</a> (Tamanho: 226.72 KB / Downloads: 46)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><br />
<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="JPG Image" border="0" alt=".jpg" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3778" target="_blank" title="">untitled.JPG</a> (Tamanho: 102.45 KB / Downloads: 43)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><br />
<br />
A qualidade de construção e acabamento são ótimas, a lâmina encaixa-se perfeitamente alinhada dos dois lados.<br />
A alça modelo Pioneer, garante firmeza nos movimentos com seus sulcos, mesmo sendo toda polida.<br />
O baseplate é polido por completo, diferentemente da R41 GS onde somente a parte externa não coberta pela tampa é polido. <br />
Ainda comparando com a R41 GS, a tampa da Z0 revela as marcas do processo de usinagem enquanto que a tampa R41 GS não. <br />
<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="JPG Image" border="0" alt=".jpg" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3775" target="_blank" title="">1786206351328.jpg</a> (Tamanho: 4.09 MB / Downloads: 46)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><br />
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<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="JPG Image" border="0" alt=".jpg" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3772" target="_blank" title="">1786206351325.jpg</a> (Tamanho: 3.02 MB / Downloads: 46)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><br />
<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="JPG Image" border="0" alt=".jpg" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3776" target="_blank" title="">1786206351345.jpg</a> (Tamanho: 3.3 MB / Downloads: 48)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><br />
O paradoxo que aprecio neste modelo é que ao mesmo tempo em que não deve ser usada por iniciantes,  é uma eterna ferramenta de aprendizado e evolução técnica!<br />
<br />
Barbear-se com a Z0 exige disciplina e respeito, mas sem medo ou receio!<br />
Pulso firme e movimentos consistentes sem alterar o ângulo de ação são a chave aqui.<br />
Não diria pressão zero, mas muito próximo disso!<br />
Gosto da analogia da pressão exercida pelo braço de um toca-discos sobre um vinil. <br />
Se a pressão for muito leve, poderão ocorrer "pulos" na música,  se for muito pesada, pode estragar e arruinar os sulcos daquele LP raríssimo, contudo na pressão correta você terá aquele som "cheio" garantindo uma experiência sonora única! <br />
O resultado será um barbear rente como quase nenhum outro!<br />
Enfim, da mesma forma que a R41, se vacilar com a Z0 você será avisado "carinhosamente" e imediatamente!<br />
<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="JPG Image" border="0" alt=".jpg" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3779" target="_blank" title="">Clipboard02.jpg</a> (Tamanho: 278.8 KB / Downloads: 45)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Considerações pessoais.</span><br />
-Não recomendada para iniciantes. <br />
-Pulso firme e angulo estático em relação à pele são o caminho do sucesso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">AVISO IMPORTANTE!</span><br />
Para quem acabou de abandonar os cartuchos ou Philishaves da vida e está chegando agora no mundo do barbear clássico definitivamente esta <span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">NÃO deve ser a sua primeira escolha/compra</span> sob o risco de uma terrível (e injusta!) primeira impressão e formar uma opinião precocemente equivocada sobre o assunto. Este é um aparelho para quem já está iniciado no mundo do barbear clássico.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Fabricante: DSCosmetic</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Modelo: Z0 Pioneer (clone da Mühle R41)</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Origem: China</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Tipo: 3 peças.</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Construção: Usinada em CNC com acabamento polido.</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Material: Aço inox 316L em todas as peças.</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Comprimento da alça: 92 mm</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Diâmetro alça: 14mm</span><br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Peso total: 131g (cabeçal 38g + alça 93g)</span><br />
<br />
Lançada por volta da 2ª metade de 2018, trata-se de uma "homenagem" ao modelo original alemão Mühle R41 com a principal diferença no material e construção utilizados.<br />
Enquanto a R41 era feita até naquele momento somente em zinco fundido com revestimento geralmente cromado, a Z0 tomava forma a partir de um bloco de aço usinado em CNC.<br />
Somente em Março de 2021 que a Mühle enfim lançaria sua própria versão usinada em aço inox, a R41 GS.<br />
Em 2023 surgiram versões em latão e titânio.<br />
No momento da postagem deste review, somente o modelo em latão encontra-se disponível para venda no AliEx.<br />
<br />
Nunca tive acesso à uma R41 em qualquer versão que fosse em mãos então não posso confirmar que a experiência de barbear seja exatamente fiel à mesma, mas certamente é muito próxima, uma vez aque as experiências, relatos e orientações de uso em fóruns/discussões já existentes sobre a R41 serviram perfeitamente para adaptar-me à Z0, além dos usuários que possuem os dois modelos (e até outras versões da R41) reportando que as diferenças são muito sutis entre si.<br />
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<br />
A qualidade de construção e acabamento são ótimas, a lâmina encaixa-se perfeitamente alinhada dos dois lados.<br />
A alça modelo Pioneer, garante firmeza nos movimentos com seus sulcos, mesmo sendo toda polida.<br />
O baseplate é polido por completo, diferentemente da R41 GS onde somente a parte externa não coberta pela tampa é polido. <br />
Ainda comparando com a R41 GS, a tampa da Z0 revela as marcas do processo de usinagem enquanto que a tampa R41 GS não. <br />
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O paradoxo que aprecio neste modelo é que ao mesmo tempo em que não deve ser usada por iniciantes,  é uma eterna ferramenta de aprendizado e evolução técnica!<br />
<br />
Barbear-se com a Z0 exige disciplina e respeito, mas sem medo ou receio!<br />
Pulso firme e movimentos consistentes sem alterar o ângulo de ação são a chave aqui.<br />
Não diria pressão zero, mas muito próximo disso!<br />
Gosto da analogia da pressão exercida pelo braço de um toca-discos sobre um vinil. <br />
Se a pressão for muito leve, poderão ocorrer "pulos" na música,  se for muito pesada, pode estragar e arruinar os sulcos daquele LP raríssimo, contudo na pressão correta você terá aquele som "cheio" garantindo uma experiência sonora única! <br />
O resultado será um barbear rente como quase nenhum outro!<br />
Enfim, da mesma forma que a R41, se vacilar com a Z0 você será avisado "carinhosamente" e imediatamente!<br />
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<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="JPG Image" border="0" alt=".jpg" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3779" target="_blank" title="">Clipboard02.jpg</a> (Tamanho: 278.8 KB / Downloads: 45)
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<br />
<span style="font-weight: bold;" class="mycode_b">Considerações pessoais.</span><br />
-Não recomendada para iniciantes. <br />
-Pulso firme e angulo estático em relação à pele são o caminho do sucesso.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Aposentar um barbeador de quase 120 anos? Jamais! Meu método para preservar usando.]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1330.html</link>
			<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:27:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=275">Maximus Brow</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1330.html</guid>
			<description><![CDATA[Aposentar um barbeador de quase 120 anos? Jamais! Meu método para preservar usando.<br />
<br />
Prezados foristas,<br />
<br />
Gostaria de compartilhar algo que venho realizando há algum tempo dentro da minha coleção de barbeadores.<br />
<br />
Atualmente possuo 20 barbeadores, sendo 11 modelos vintage e 9 modelos modernos. Como muitos aqui sabem, gosto muito da história por trás de cada peça, principalmente dos aparelhos antigos, alguns com mais de 100 anos de existência.<br />
<br />
Porém, ao mesmo tempo em que gosto de colecionar, também acredito que uma peça foi feita para ser apreciada e utilizada. Não gostaria de ter uma coleção onde os aparelhos ficam apenas guardados em uma gaveta, servindo somente como objetos de exposição.<br />
<br />
Por outro lado, também tenho consciência de que algumas dessas peças antigas merecem um cuidado especial. São aparelhos que atravessaram décadas, passaram pelas mãos de outros usuários e chegaram até nós em excelente estado. São verdadeiras testemunhas da história do barbear e, por isso, tento encontrar um equilíbrio entre preservar e utilizar.<br />
<br />
A forma que encontrei foi criar um pequeno sistema de rodízio.<br />
<br />
Como faço a barba duas vezes por semana, organizei minha rotina da seguinte maneira:<br />
<br />
* Na primeira semana de cada mês, utilizo um barbeador vintage.<br />
* Nas outras três semanas do mês, utilizo os barbeadores modernos.<br />
<br />
Dessa forma, ao longo de um ano consigo utilizar todos os meus barbeadores vintage pelo menos uma vez. Cada máquina antiga terá sua oportunidade de voltar ao trabalho, mas sem uma frequência que possa acelerar desgastes desnecessários.<br />
<br />
Minha ideia é deixar os modernos fazerem o trabalho pesado do dia a dia, enquanto os antigos passam por uma espécie de "fisioterapia": uma vez por ano voltam ao uso, fazem algumas barbas e continuam ativos, preservando sua história.<br />
<br />
Um caso especial é o meu Gillette ABC de 1908. Por ser uma peça extremamente querida da coleção, com quase 120 anos de história, pretendo utilizá-lo o mínimo possível. A partir de janeiro de 2027, ele terá um lugar reservado: será usado apenas no meu aniversário, no dia 15 de janeiro.<br />
<br />
Será uma forma de manter viva a história do barbeador, mas respeitando sua idade e sua importância dentro da coleção.<br />
<br />
Já os barbeadores modernos ficam responsáveis pelo uso mais frequente, pois foram desenvolvidos com uma proposta mais voltada para a rotina. Porém, mesmo entre eles, procuro respeitar alguns critérios.<br />
<br />
Um deles é evitar colocar barbeadores mais agressivos em semanas consecutivas. Um aparelho com maior exposição de lâmina ou um open comb mais eficiente pode exigir mais da pele, então procuro sempre alternar com máquinas mais suaves ou confortáveis.<br />
<br />
A ideia é não transformar o rodízio em uma simples sequência aleatória, mas sim criar uma experiência equilibrada, onde eu consiga conhecer melhor cada barbeador e aproveitar as características de cada um.<br />
<br />
Claro que isso não é uma regra fixa. O barbear tradicional também tem muito de momento, vontade e preferência pessoal. Existem dias em que você olha para determinado barbeador e pensa: "Hoje será ele". Afinal, a coleção também existe para proporcionar prazer.<br />
<br />
Não vou cansar os vossos ouvidos trazendo aqui a descrição individual de cada peça da coleção, pois acredito que o mais interessante é compartilhar as experiências de uso, as histórias e as sensações que cada aparelho proporciona durante o barbear.<br />
<br />
Esse conceito pode ser aplicado não somente aos barbeadores, mas também a outros itens da rotina de barbear: lâminas, pincéis, cremes, sabões e pós-barba. <br />
<br />
E vocês, amigos foristas, possuem algum sistema de rodízio para utilizar suas coleções?<br />
<br />
Ou são do time que abre a gaveta, olha para os barbeadores e pensa: "Hoje vai ser esse aqui mesmo"? <br />
<br />
ABS,<br />
<br />
Igor.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Aposentar um barbeador de quase 120 anos? Jamais! Meu método para preservar usando.<br />
<br />
Prezados foristas,<br />
<br />
Gostaria de compartilhar algo que venho realizando há algum tempo dentro da minha coleção de barbeadores.<br />
<br />
Atualmente possuo 20 barbeadores, sendo 11 modelos vintage e 9 modelos modernos. Como muitos aqui sabem, gosto muito da história por trás de cada peça, principalmente dos aparelhos antigos, alguns com mais de 100 anos de existência.<br />
<br />
Porém, ao mesmo tempo em que gosto de colecionar, também acredito que uma peça foi feita para ser apreciada e utilizada. Não gostaria de ter uma coleção onde os aparelhos ficam apenas guardados em uma gaveta, servindo somente como objetos de exposição.<br />
<br />
Por outro lado, também tenho consciência de que algumas dessas peças antigas merecem um cuidado especial. São aparelhos que atravessaram décadas, passaram pelas mãos de outros usuários e chegaram até nós em excelente estado. São verdadeiras testemunhas da história do barbear e, por isso, tento encontrar um equilíbrio entre preservar e utilizar.<br />
<br />
A forma que encontrei foi criar um pequeno sistema de rodízio.<br />
<br />
Como faço a barba duas vezes por semana, organizei minha rotina da seguinte maneira:<br />
<br />
* Na primeira semana de cada mês, utilizo um barbeador vintage.<br />
* Nas outras três semanas do mês, utilizo os barbeadores modernos.<br />
<br />
Dessa forma, ao longo de um ano consigo utilizar todos os meus barbeadores vintage pelo menos uma vez. Cada máquina antiga terá sua oportunidade de voltar ao trabalho, mas sem uma frequência que possa acelerar desgastes desnecessários.<br />
<br />
Minha ideia é deixar os modernos fazerem o trabalho pesado do dia a dia, enquanto os antigos passam por uma espécie de "fisioterapia": uma vez por ano voltam ao uso, fazem algumas barbas e continuam ativos, preservando sua história.<br />
<br />
Um caso especial é o meu Gillette ABC de 1908. Por ser uma peça extremamente querida da coleção, com quase 120 anos de história, pretendo utilizá-lo o mínimo possível. A partir de janeiro de 2027, ele terá um lugar reservado: será usado apenas no meu aniversário, no dia 15 de janeiro.<br />
<br />
Será uma forma de manter viva a história do barbeador, mas respeitando sua idade e sua importância dentro da coleção.<br />
<br />
Já os barbeadores modernos ficam responsáveis pelo uso mais frequente, pois foram desenvolvidos com uma proposta mais voltada para a rotina. Porém, mesmo entre eles, procuro respeitar alguns critérios.<br />
<br />
Um deles é evitar colocar barbeadores mais agressivos em semanas consecutivas. Um aparelho com maior exposição de lâmina ou um open comb mais eficiente pode exigir mais da pele, então procuro sempre alternar com máquinas mais suaves ou confortáveis.<br />
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A ideia é não transformar o rodízio em uma simples sequência aleatória, mas sim criar uma experiência equilibrada, onde eu consiga conhecer melhor cada barbeador e aproveitar as características de cada um.<br />
<br />
Claro que isso não é uma regra fixa. O barbear tradicional também tem muito de momento, vontade e preferência pessoal. Existem dias em que você olha para determinado barbeador e pensa: "Hoje será ele". Afinal, a coleção também existe para proporcionar prazer.<br />
<br />
Não vou cansar os vossos ouvidos trazendo aqui a descrição individual de cada peça da coleção, pois acredito que o mais interessante é compartilhar as experiências de uso, as histórias e as sensações que cada aparelho proporciona durante o barbear.<br />
<br />
Esse conceito pode ser aplicado não somente aos barbeadores, mas também a outros itens da rotina de barbear: lâminas, pincéis, cremes, sabões e pós-barba. <br />
<br />
E vocês, amigos foristas, possuem algum sistema de rodízio para utilizar suas coleções?<br />
<br />
Ou são do time que abre a gaveta, olha para os barbeadores e pensa: "Hoje vai ser esse aqui mesmo"? <br />
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ABS,<br />
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Igor.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Foto vencedora do barbear do mês de Julho de 2026]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1327.html</link>
			<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 01:46:10 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=3">thony</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1327.html</guid>
			<description><![CDATA[A foto vencedora de julho, com 16 votos foi fo confrade jsbach.<br />
<br />
Parabéns....<br />
<br />
<br />
<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><!-- start: attachment_icon -->
<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="JPG Image" border="0" alt=".jpg" style="vertical-align: sub;" />
<!-- end: attachment_icon -->&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=3750" target="_blank" title="">sotd_20260705.jpg</a> (Tamanho: 932.65 KB / Downloads: 60)
<!-- end: postbit_attachments_attachment -->]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[A foto vencedora de julho, com 16 votos foi fo confrade jsbach.<br />
<br />
Parabéns....<br />
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<img src="https://www.barbeartradicional.com.br/images/attachtypes/image.png" title="JPG Image" border="0" alt=".jpg" style="vertical-align: sub;" />
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		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Barbear do Dia/ Agosto de 2026]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1326.html</link>
			<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 00:41:05 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=3">thony</a>]]></dc:creator>
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			<description><![CDATA[Aberto espaço para postarem o barbear do dia]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Aberto espaço para postarem o barbear do dia]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Aquisições de Agosto de 2026]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1325.html</link>
			<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 00:39:56 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=3">thony</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1325.html</guid>
			<description><![CDATA[Aberto o espaço para postar as aquisições do mês.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Aberto o espaço para postar as aquisições do mês.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Rockwell 6S]]></title>
			<link>https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1324.html</link>
			<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 17:36:37 +0000</pubDate>
			<dc:creator><![CDATA[<a href="https://www.barbeartradicional.com.br/member.php?action=profile&uid=17">Rosa</a>]]></dc:creator>
			<guid isPermaLink="false">https://www.barbeartradicional.com.br/thread-1324.html</guid>
			<description><![CDATA[Prezados, ótima tarde!<br />
<br />
Quero comprar uma Rockwell 6S.<br />
<br />
Qual seria a melhor forma?<br />
<br />
Importar traria custos insanos, mas ao mesmo tempo não encontrei em nenhuma loja nacional.<br />
<br />
Vi que havia algumas na Amazon recentemente, mas no momento em que escrevo esse post não tem mais nada.<br />
<br />
Fico muito agradecido se alguém conseguir me passar o caminho das pedras!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Prezados, ótima tarde!<br />
<br />
Quero comprar uma Rockwell 6S.<br />
<br />
Qual seria a melhor forma?<br />
<br />
Importar traria custos insanos, mas ao mesmo tempo não encontrei em nenhuma loja nacional.<br />
<br />
Vi que havia algumas na Amazon recentemente, mas no momento em que escrevo esse post não tem mais nada.<br />
<br />
Fico muito agradecido se alguém conseguir me passar o caminho das pedras!]]></content:encoded>
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	</channel>
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