Fala, pessoal,
Atenção: nosso estimado amigo Stênio foi oficialmente inoculado pelo célebre “mosquito do vintage”. Prognóstico? Irreversível.
Tudo começa de forma quase ingênua: “vou pegar apenas um clássico para experimentar”. Quando se dá conta, o sujeito já está imerso em pesquisas sobre ano de fabricação, códigos de data, variações de acabamento e debatendo nuances de desempenho com ares de sommelier.
E as duas máquinas adquiridas? Um primor. Escolhas de quem, mesmo recém-chegado, já captou a essência do jogo. Não se trata apenas de estética — há substância. E, claro, um considerável risco ao equilíbrio financeiro.
Segue-se então o roteiro consagrado:
primeiro, o encantamento…
depois, a comparação…
em seguida, a caça…
e, quando menos se espera, surgem as justificativas quase eruditas:
“esta é diferente, é de coleção…”
“esta possui banho em ouro…”
“esta é do ano de nascimento do meu pai…”
“esta é ajustável — faltava uma ajustável…”
E assim sucessivamente.
Que se registre: não se trata de crítica. Muito pelo contrário. Thonny, Leo Ruas, eu, Felipe e tantos outros também padecemos desse mesmo “mal” — e, diga-se, com certo orgulho.
Stênio, meu caro, meus cumprimentos pelas aquisições. São máquinas de respeito, dignas de qualquer coleção.
Mas fica o aviso, ainda que tardio: este é um caminho sem retorno.
E já que proliferam os microclubes por aqui, por que não instituirmos um Clube Gillette Vintage?
Confesso que, movido por uma leve ponta de recalque por não possuir um Edwin Jagger DE89, vejo aí uma oportunidade de revanche simbólica — ao mesmo tempo em que se ergue um espaço dedicado às veneráveis Gillette clássicas.
Abraços,
MB
Atenção: nosso estimado amigo Stênio foi oficialmente inoculado pelo célebre “mosquito do vintage”. Prognóstico? Irreversível.
Tudo começa de forma quase ingênua: “vou pegar apenas um clássico para experimentar”. Quando se dá conta, o sujeito já está imerso em pesquisas sobre ano de fabricação, códigos de data, variações de acabamento e debatendo nuances de desempenho com ares de sommelier.
E as duas máquinas adquiridas? Um primor. Escolhas de quem, mesmo recém-chegado, já captou a essência do jogo. Não se trata apenas de estética — há substância. E, claro, um considerável risco ao equilíbrio financeiro.
Segue-se então o roteiro consagrado:
primeiro, o encantamento…
depois, a comparação…
em seguida, a caça…
e, quando menos se espera, surgem as justificativas quase eruditas:
“esta é diferente, é de coleção…”
“esta possui banho em ouro…”
“esta é do ano de nascimento do meu pai…”
“esta é ajustável — faltava uma ajustável…”
E assim sucessivamente.
Que se registre: não se trata de crítica. Muito pelo contrário. Thonny, Leo Ruas, eu, Felipe e tantos outros também padecemos desse mesmo “mal” — e, diga-se, com certo orgulho.
Stênio, meu caro, meus cumprimentos pelas aquisições. São máquinas de respeito, dignas de qualquer coleção.
Mas fica o aviso, ainda que tardio: este é um caminho sem retorno.
E já que proliferam os microclubes por aqui, por que não instituirmos um Clube Gillette Vintage?
Confesso que, movido por uma leve ponta de recalque por não possuir um Edwin Jagger DE89, vejo aí uma oportunidade de revanche simbólica — ao mesmo tempo em que se ergue um espaço dedicado às veneráveis Gillette clássicas.
Abraços,
MB
