Eu mesmo não tinha grande interesse nos barbeadores ajustáveis pela complexidade mecânica. Aquela sensação de que podem perder a precisão no ajuste, ou parar de funcionar adequadamente, ou ainda, serem muito difíceis de limpar. Essa é uma visão um pouco purista, de preferir barbeadores de 3 peças (vintage ou novos). Acabei comprando um meio sem querer (Gillette Slim, recebi junto com outros em lote de leilão) e outro com toda a intenção pois quis conhecer os famosos Schick. Uso os dois de vez em quando e são ótimos. O Schick tem o problema das lâminas proprietárias, quando acabarem não sei quando terei oportunidade de comprar novamente.
Eu recomendaria os vintages pela curiosidade, por serem barbeadores com história, seriam com certeza uma bela adição a uma coleção grande ou mesmo uma peça de destaque para quem quer ter poucos barbeadores – ou mesmo um só.
Já sobre os contemporâneos não me atrevo a comentar muito pois não conheco nenhum mas acredito que sejam interessantes para quem quer manter um número de barbeadores mais limitado e ainda assim contar com a versatilidade de experimentar diferentes níveis de eficiência.
Eu recomendaria os vintages pela curiosidade, por serem barbeadores com história, seriam com certeza uma bela adição a uma coleção grande ou mesmo uma peça de destaque para quem quer ter poucos barbeadores – ou mesmo um só.
Já sobre os contemporâneos não me atrevo a comentar muito pois não conheco nenhum mas acredito que sejam interessantes para quem quer manter um número de barbeadores mais limitado e ainda assim contar com a versatilidade de experimentar diferentes níveis de eficiência.
