Fiquei alguns dias sem poder dedicar o tempo suficiente para responder a essas reflexões tão elaboradas de nosso colega Igor (mas lendo, sempre). Estou voltando às postagens mais antigas para contribuir com meus comentários nessas primeiro.
Para mim, o cenário que temos localmente determina o que podemos podemos comprar e o que beira o limite do impossível. Além dos preços, a disponibilidade é o grande problema por aqui. Se não fosse a dificuldade de simplesmente encontrar um modelo desejado à venda, as questões fossem talvez limitadas a estado de conservação (para os barbeadores vintage) e preço (para vintage e novos).
Acompanhando as discussões em inglês, é comum encontrar fóruns com mensagens de entusiastas que encontram barbeadores vintage em estado de novo, vendidos por valores razoáveis. E, para quem não tiver paciência de esperar por uma oportunidade, há vendedores especializados que oferecem algumas opções desses barbeadores. Evidentemente, uma raridade como o Sheraton de que comenta o Maximus teria menor disponibilidade e preço proporcionalmente mais alto – mas entendo que essa é a exceção que confirma a regra. No meu caso, me contentaria com algo simples como um dos Tech pré-guerra fabricado na Inglaterra ou um Monotech Flare Tip. Se fossem fáceis de encontrar por aqui, e pelos valores de vintage praticados nos países onde eles existem em abundância, a essa altura eu provavelmente já teria alguns de cada, blue tip, red tip e sabe-se lá qual outra variação a mais eu pudesse encontrar.
Quanto aos novos, a diversidade disponível fora do Brasil também é impressionante. Em teoria podemos comprar dessas mesmas fontes, arcando com os custos de frete e impostos, mas com isso a conta fica muito alta. Se não fosse isso, teria alguns alvos atingíveis na faixa dos 100-200 dólares e poderia reunir a coragem necessária para comprar alguns deles de tempos em tempos.
Dito isto, e sendo realista, não tenho atualmente muitos barbeadores que mantenho em minha lista de desejos – sempre considerando que teriam que ser comprados em alguma viagem ou encomendados online com apoio de alguém que esteja viajando para trazer como item de bagagem comum. São eles: o Tatara de 3 peças (Nodachi ou Masamuni), o Blackland Blackbird e o R41 em aço inox, nessa ordem.
Para mim, o cenário que temos localmente determina o que podemos podemos comprar e o que beira o limite do impossível. Além dos preços, a disponibilidade é o grande problema por aqui. Se não fosse a dificuldade de simplesmente encontrar um modelo desejado à venda, as questões fossem talvez limitadas a estado de conservação (para os barbeadores vintage) e preço (para vintage e novos).
Acompanhando as discussões em inglês, é comum encontrar fóruns com mensagens de entusiastas que encontram barbeadores vintage em estado de novo, vendidos por valores razoáveis. E, para quem não tiver paciência de esperar por uma oportunidade, há vendedores especializados que oferecem algumas opções desses barbeadores. Evidentemente, uma raridade como o Sheraton de que comenta o Maximus teria menor disponibilidade e preço proporcionalmente mais alto – mas entendo que essa é a exceção que confirma a regra. No meu caso, me contentaria com algo simples como um dos Tech pré-guerra fabricado na Inglaterra ou um Monotech Flare Tip. Se fossem fáceis de encontrar por aqui, e pelos valores de vintage praticados nos países onde eles existem em abundância, a essa altura eu provavelmente já teria alguns de cada, blue tip, red tip e sabe-se lá qual outra variação a mais eu pudesse encontrar.
Quanto aos novos, a diversidade disponível fora do Brasil também é impressionante. Em teoria podemos comprar dessas mesmas fontes, arcando com os custos de frete e impostos, mas com isso a conta fica muito alta. Se não fosse isso, teria alguns alvos atingíveis na faixa dos 100-200 dólares e poderia reunir a coragem necessária para comprar alguns deles de tempos em tempos.
Dito isto, e sendo realista, não tenho atualmente muitos barbeadores que mantenho em minha lista de desejos – sempre considerando que teriam que ser comprados em alguma viagem ou encomendados online com apoio de alguém que esteja viajando para trazer como item de bagagem comum. São eles: o Tatara de 3 peças (Nodachi ou Masamuni), o Blackland Blackbird e o R41 em aço inox, nessa ordem.
