João Américo & Montag731,
Antes de mais nada, é muito bom ver você participando novamente. Suas contribuições sempre agregaram bastante ao fórum e fizeram falta durante sua ausência.
Sobre as loções da Bozzano, das três que você citou, a Aloe Vera é a minha preferida. Curiosamente, é também a que mais me remete ao cheiro que meu pai utilizava quando eu era criança. Entre todas as versões atuais da Bozzano, é a que mais associo àquelas antigas barbearias de bairro.
Inclusive, no meu post sobre o creme Palmindaya, comento justamente sobre esse "cheiro de barbearia raiz" que muitos de nós guardamos na memória. Para mim, o conjunto de lembranças vem da combinação do creme Palmindaya com a loção Bozzano Aloe Vera. Quando utilizo esses dois produtos no mesmo barbear, é como se eu voltasse aos meus 9 anos de idade, aguardando o barbeiro terminar a barba do meu pai para então cortar o meu cabelo.
E não era em qualquer máquina. Eram aquelas máquinas manuais de cortar cabelo, acionadas na mão, que faziam aquele barulho característico e que hoje praticamente desapareceram das barbearias. Quem mais se lembra delas?
É impressionante como certos aromas conseguem nos transportar instantaneamente para momentos tão específicos da infância.
Antes de mais nada, é muito bom ver você participando novamente. Suas contribuições sempre agregaram bastante ao fórum e fizeram falta durante sua ausência.
Sobre as loções da Bozzano, das três que você citou, a Aloe Vera é a minha preferida. Curiosamente, é também a que mais me remete ao cheiro que meu pai utilizava quando eu era criança. Entre todas as versões atuais da Bozzano, é a que mais associo àquelas antigas barbearias de bairro.
Inclusive, no meu post sobre o creme Palmindaya, comento justamente sobre esse "cheiro de barbearia raiz" que muitos de nós guardamos na memória. Para mim, o conjunto de lembranças vem da combinação do creme Palmindaya com a loção Bozzano Aloe Vera. Quando utilizo esses dois produtos no mesmo barbear, é como se eu voltasse aos meus 9 anos de idade, aguardando o barbeiro terminar a barba do meu pai para então cortar o meu cabelo.
E não era em qualquer máquina. Eram aquelas máquinas manuais de cortar cabelo, acionadas na mão, que faziam aquele barulho característico e que hoje praticamente desapareceram das barbearias. Quem mais se lembra delas?
É impressionante como certos aromas conseguem nos transportar instantaneamente para momentos tão específicos da infância.
