Prezado Fabio,
Eu respeito muito quem gosta do bowl, porque existe um prazer quase artesanal em ficar ali colocando água aos poucos, ajustando a espuma e procurando aquele ponto perfeito. É uma etapa a mais, sem dúvida, mas talvez seja justamente essa demora que faça parte do encanto. Afinal, se fosse para fazer tudo correndo, nós provavelmente já teríamos desistido do barbear tradicional há muito tempo.
E sobre os bowls com ranhuras internas… aí você tocou em um ponto delicado. Nós, amantes do barbear clássico, temos uma habilidade impressionante para transformar uma necessidade simples em quase um estudo de engenharia.
“Será que essa ranhura melhora a criação da espuma?”
“Será que o desenho interno favorece o movimento do pincel?”
No final, às vezes a resposta é: não faço a menor ideia, mas o bowl é bonito e eu queria comprar.
A verdade é que o barbear clássico tem muito disso: uma parte é técnica, outra é paixão, e existe aquela pequena parcela de loucura saudável que nos faz procurar uma justificativa muito bem elaborada para trazer mais uma peça para a coleção.
Veja no canal do Geo Fatboy a coleção de bowls que ele tem... coisa absurda.
No fim, seja no bowl ou diretamente no rosto, o importante é aproveitar o ritual. Porque se fosse apenas para remover pelos, uma lâmina descartável e dois minutos resolveriam o problema. Mas aí perderíamos justamente a parte mais interessante: o prazer de transformar algo simples em uma experiência bacana.
Abraço!
Eu respeito muito quem gosta do bowl, porque existe um prazer quase artesanal em ficar ali colocando água aos poucos, ajustando a espuma e procurando aquele ponto perfeito. É uma etapa a mais, sem dúvida, mas talvez seja justamente essa demora que faça parte do encanto. Afinal, se fosse para fazer tudo correndo, nós provavelmente já teríamos desistido do barbear tradicional há muito tempo.
E sobre os bowls com ranhuras internas… aí você tocou em um ponto delicado. Nós, amantes do barbear clássico, temos uma habilidade impressionante para transformar uma necessidade simples em quase um estudo de engenharia.
“Será que essa ranhura melhora a criação da espuma?”
“Será que o desenho interno favorece o movimento do pincel?”
No final, às vezes a resposta é: não faço a menor ideia, mas o bowl é bonito e eu queria comprar.
A verdade é que o barbear clássico tem muito disso: uma parte é técnica, outra é paixão, e existe aquela pequena parcela de loucura saudável que nos faz procurar uma justificativa muito bem elaborada para trazer mais uma peça para a coleção.
Veja no canal do Geo Fatboy a coleção de bowls que ele tem... coisa absurda.
No fim, seja no bowl ou diretamente no rosto, o importante é aproveitar o ritual. Porque se fosse apenas para remover pelos, uma lâmina descartável e dois minutos resolveriam o problema. Mas aí perderíamos justamente a parte mais interessante: o prazer de transformar algo simples em uma experiência bacana.
Abraço!
