Prezado Convencional,
Que relato bacana!
Quando eu usava máquina elétrica, também ficava todo empipocado. Segundo os “gurus” das elétricas, quanto mais seco o barbear, melhor seria o resultado.
Agora, sobre fazer a barba todos os dias... realmente é algo cansativo. Eu, por quase 8 anos, trabalhei de terno e gravata, fizesse chuva ou fizesse sol, e precisava manter o rosto sempre liso, liso. Nessa época, também usava cartuchos e descartáveis em geral, e confesso que odiava fazer a barba.
Tenho um primo que hoje é Coronel da Polícia Militar. Ele conta que, nos tempos da Academia do Barro Branco, em São Paulo, chegava a fazer a barba duas vezes por dia: pela manhã e à noite. Se aparecesse o menor sinal de barba no rosto, a punição era severa.
Acredito que muita coisa tenha mudado de uns anos para cá, mas, no final dos anos 80 e início dos anos 90, ele contava cada história daquela época que, só de ouvir, já dava para entender o nível de cobrança.
Abraço!
Que relato bacana!
Quando eu usava máquina elétrica, também ficava todo empipocado. Segundo os “gurus” das elétricas, quanto mais seco o barbear, melhor seria o resultado.
Agora, sobre fazer a barba todos os dias... realmente é algo cansativo. Eu, por quase 8 anos, trabalhei de terno e gravata, fizesse chuva ou fizesse sol, e precisava manter o rosto sempre liso, liso. Nessa época, também usava cartuchos e descartáveis em geral, e confesso que odiava fazer a barba.
Tenho um primo que hoje é Coronel da Polícia Militar. Ele conta que, nos tempos da Academia do Barro Branco, em São Paulo, chegava a fazer a barba duas vezes por dia: pela manhã e à noite. Se aparecesse o menor sinal de barba no rosto, a punição era severa.
Acredito que muita coisa tenha mudado de uns anos para cá, mas, no final dos anos 80 e início dos anos 90, ele contava cada história daquela época que, só de ouvir, já dava para entender o nível de cobrança.
Abraço!
