Caro Kleber, você matou a charada. É exatamente isso.
Além de o KCG ser caro, ele é muito ineficiente. E colocar uma lâmina ruim em um barbeador muito suave é praticamente a receita para a tragédia.
Por isso, quando alguém me pergunta qual barbeador comprar para começar, eu sempre recomendo o Gillette Blue Blades. Custa uma fração do KCG, tem uma cabeça no estilo Tech e, na minha opinião, entrega muito mais eficiência. Para um iniciante, acho que a experiência acaba sendo muito melhor.
E vocês não têm ideia da broxada que eu tive quando usei o KCG pela primeira vez. Foi tão decepcionante que eu cheguei a pensar: “Cara, será que não estou acertando o ângulo? Será que essa Parker já foi usada três vezes e eu não estou lembrando?”
Troquei a lâmina por uma Feather. E aí pensei: “Agora vai!”
Funciona? Sim, funciona. Mas quando você tem outra máquina para comparar, fica difícil ignorar a diferença.
Acho que esse é justamente o ponto. Se você só tem um KCG e não usa mais nada, a percepção acaba sendo: “É isso que temos para hoje.” E, como ele é extremamente suave, você consegue se barbear sem grandes sustos.
Agora, quando você começa a experimentar outros aparelhos e percebe que consegue ter a mesma segurança com muito mais eficiência, aí a história muda.
Por isso achei muito interessante o que você contou sobre seu pai. Ele encontrou uma regulagem suave que funciona para a rotina dele, consegue se barbear todos os dias e ainda abandonou os descartáveis. No fim, é exatamente isso que um bom barbeador deveria proporcionar: encontrar a combinação de aparelho, lâmina e técnica que funciona para cada pessoa.
Além de o KCG ser caro, ele é muito ineficiente. E colocar uma lâmina ruim em um barbeador muito suave é praticamente a receita para a tragédia.
Por isso, quando alguém me pergunta qual barbeador comprar para começar, eu sempre recomendo o Gillette Blue Blades. Custa uma fração do KCG, tem uma cabeça no estilo Tech e, na minha opinião, entrega muito mais eficiência. Para um iniciante, acho que a experiência acaba sendo muito melhor.
E vocês não têm ideia da broxada que eu tive quando usei o KCG pela primeira vez. Foi tão decepcionante que eu cheguei a pensar: “Cara, será que não estou acertando o ângulo? Será que essa Parker já foi usada três vezes e eu não estou lembrando?”
Troquei a lâmina por uma Feather. E aí pensei: “Agora vai!”
Funciona? Sim, funciona. Mas quando você tem outra máquina para comparar, fica difícil ignorar a diferença.
Acho que esse é justamente o ponto. Se você só tem um KCG e não usa mais nada, a percepção acaba sendo: “É isso que temos para hoje.” E, como ele é extremamente suave, você consegue se barbear sem grandes sustos.
Agora, quando você começa a experimentar outros aparelhos e percebe que consegue ter a mesma segurança com muito mais eficiência, aí a história muda.
Por isso achei muito interessante o que você contou sobre seu pai. Ele encontrou uma regulagem suave que funciona para a rotina dele, consegue se barbear todos os dias e ainda abandonou os descartáveis. No fim, é exatamente isso que um bom barbeador deveria proporcionar: encontrar a combinação de aparelho, lâmina e técnica que funciona para cada pessoa.
