Excelente review, meu caro Convencional!
Sua paixão pela Z0 é palpável.
Gostei particularmente do aviso para os iniciantes. Depois de ler tudo isso, quem acabou de abandonar os cartuchos provavelmente já está olhando para a própria máquina e pensando: “Acho que vou voltar para o Mach3...”
Falando sério, achei muito legal a sua abordagem. A Z0 parece ser mesmo aquele tipo de barbeador que exige respeito, técnica e, principalmente, paciência.
Tenho uma Mühle R41 e fiquei bastante curioso com a Z0. Pelo que você descreveu, a proposta é muito parecida, embora a construção em aço inoxidável e o peso de 130 g deem à chinesa uma personalidade própria.
Tenho cinco máquinas OC e, entre elas, a que mais me impressiona pela eficiência é a velha Gillette Old Type.
Se você quiser experimentar um open comb realmente diferente e mais “cru”, recomendo uma Gillette vintage OC. A Old Type, particularmente, tem uma eficiência impressionante e um ângulo de ataque da lâmina bastante pronunciado.
Depois que comecei a prestar mais atenção à mecânica do movimento durante o barbear, passei a perceber como ficamos concentrados em ângulo, pressão, lâmina e posição da mão e esquecemos que o restante do braço também participa do processo.
Com uma R41 ou uma Z0, imagino que isso faça ainda mais diferença.
E acho que você resumiu perfeitamente essas máquinas: não devemos ter medo delas, mas sim respeito.
Hoje em dia, uso minha Muhle com uma Feather e faço as 3 passagens. Loucura? auto flagelação? auto estima elevada? não sei.....
No final das contas, talvez seja justamente isso que torna o barbear clássico tão interessante. Algumas máquinas simplesmente fazem a barba. Outras obrigam você a aprender a fazer a barba.
E a Z0 parece pertencer claramente à segunda categoria.
Obrigado novamente pelo excelente review, Convencional.
Agora fiquei com vontade de colocar uma Z0 e uma R41 lado a lado e descobrir se os chineses realmente fizeram a lição de casa direitinho.
ABS,
Igor
Sua paixão pela Z0 é palpável.
Gostei particularmente do aviso para os iniciantes. Depois de ler tudo isso, quem acabou de abandonar os cartuchos provavelmente já está olhando para a própria máquina e pensando: “Acho que vou voltar para o Mach3...”
Falando sério, achei muito legal a sua abordagem. A Z0 parece ser mesmo aquele tipo de barbeador que exige respeito, técnica e, principalmente, paciência.
Tenho uma Mühle R41 e fiquei bastante curioso com a Z0. Pelo que você descreveu, a proposta é muito parecida, embora a construção em aço inoxidável e o peso de 130 g deem à chinesa uma personalidade própria.
Tenho cinco máquinas OC e, entre elas, a que mais me impressiona pela eficiência é a velha Gillette Old Type.
Se você quiser experimentar um open comb realmente diferente e mais “cru”, recomendo uma Gillette vintage OC. A Old Type, particularmente, tem uma eficiência impressionante e um ângulo de ataque da lâmina bastante pronunciado.
Depois que comecei a prestar mais atenção à mecânica do movimento durante o barbear, passei a perceber como ficamos concentrados em ângulo, pressão, lâmina e posição da mão e esquecemos que o restante do braço também participa do processo.
Com uma R41 ou uma Z0, imagino que isso faça ainda mais diferença.
E acho que você resumiu perfeitamente essas máquinas: não devemos ter medo delas, mas sim respeito.
Hoje em dia, uso minha Muhle com uma Feather e faço as 3 passagens. Loucura? auto flagelação? auto estima elevada? não sei.....
No final das contas, talvez seja justamente isso que torna o barbear clássico tão interessante. Algumas máquinas simplesmente fazem a barba. Outras obrigam você a aprender a fazer a barba.
E a Z0 parece pertencer claramente à segunda categoria.
Obrigado novamente pelo excelente review, Convencional.
Agora fiquei com vontade de colocar uma Z0 e uma R41 lado a lado e descobrir se os chineses realmente fizeram a lição de casa direitinho.
ABS,
Igor
