NÃO ALIMENTE OS URSOS.
Existe uma questão que divide os confrades do barbear clássico e que, curiosamente, quase nunca recebe a atenção que merece: com que frequência um homem deve fazer a barba?
Eu, particularmente, faço a barba duas vezes por semana. Em semanas de maior inspiração, chego a três.
Considero uma frequência bastante razoável. Afinal, temos uma vida para viver, trabalho para fazer, contas para pagar e, em alguns casos, até barbeadores para justificar a compra.
Mas existem confrades que não pensam assim.
Temos, por exemplo, o nosso estimado ADM Thonny.
O homem faz a barba todos os dias.
E não estamos falando de uma passada preguiçosa de espuma no rosto para dizer que cumpriu a obrigação. Não. O confrade encara o negócio de maneira espartana.
Nasce a barba?
Ela é eliminada.
Volta a nascer?
É eliminada novamente.
Não há negociação.
Não há anistia.
Não há sequer direito adquirido.
E é justamente aí que entra o nosso problema.
Porque nós, que fazemos a barba duas ou três vezes por semana, ainda conseguimos manter uma convivência razoavelmente pacífica com nossos pelos faciais.
Mas o confrade que faz a barba todos os dias vive em outro nível de relacionamento com a própria barba.
É uma guerra.
Uma guerra sem fim.
Se algum dos confrades já assistiu a um documentário sobre a vida dos ursos, sabe que esses respeitáveis animais são grandes apreciadores de mel. O nosso conhecido Ursinho Pooh que o diga.
Então fica aqui uma pergunta que a ciência ainda não respondeu: será que, se os nossos caros amigos que fazem a barba todos os dias consumissem um pouco mais de mel, poderiam fazer menos a barba e, consequentemente, ter uma vida um pouco mais doce?
Não sei.
Mas, diante da gravidade da situação, acho que deveríamos investigar.
Prezados confrades, fora os absurdos que escrevi acima, queria saber dos vossos senhores:
Qual é a frequência com que vocês fazem a barba?
Claro que isto vai de cada um, pois todos temos barbas diferentes e blá-blá-blá.
Abs,
Igor
Existe uma questão que divide os confrades do barbear clássico e que, curiosamente, quase nunca recebe a atenção que merece: com que frequência um homem deve fazer a barba?
Eu, particularmente, faço a barba duas vezes por semana. Em semanas de maior inspiração, chego a três.
Considero uma frequência bastante razoável. Afinal, temos uma vida para viver, trabalho para fazer, contas para pagar e, em alguns casos, até barbeadores para justificar a compra.
Mas existem confrades que não pensam assim.
Temos, por exemplo, o nosso estimado ADM Thonny.
O homem faz a barba todos os dias.
E não estamos falando de uma passada preguiçosa de espuma no rosto para dizer que cumpriu a obrigação. Não. O confrade encara o negócio de maneira espartana.
Nasce a barba?
Ela é eliminada.
Volta a nascer?
É eliminada novamente.
Não há negociação.
Não há anistia.
Não há sequer direito adquirido.
E é justamente aí que entra o nosso problema.
Porque nós, que fazemos a barba duas ou três vezes por semana, ainda conseguimos manter uma convivência razoavelmente pacífica com nossos pelos faciais.
Mas o confrade que faz a barba todos os dias vive em outro nível de relacionamento com a própria barba.
É uma guerra.
Uma guerra sem fim.
Se algum dos confrades já assistiu a um documentário sobre a vida dos ursos, sabe que esses respeitáveis animais são grandes apreciadores de mel. O nosso conhecido Ursinho Pooh que o diga.
Então fica aqui uma pergunta que a ciência ainda não respondeu: será que, se os nossos caros amigos que fazem a barba todos os dias consumissem um pouco mais de mel, poderiam fazer menos a barba e, consequentemente, ter uma vida um pouco mais doce?
Não sei.
Mas, diante da gravidade da situação, acho que deveríamos investigar.
Prezados confrades, fora os absurdos que escrevi acima, queria saber dos vossos senhores:
Qual é a frequência com que vocês fazem a barba?
Claro que isto vai de cada um, pois todos temos barbas diferentes e blá-blá-blá.
Abs,
Igor
