Prezados, acho que está havendo uma confusão de terminologias.
Ser "suave demais" é uma característica desejável para qualquer barbeador. Suavidade não é sinônimo de ineficiência.
Como exemplo, tenho o cabeçal do Mühle R89 e posso dizer que ele é mais suave e, ao mesmo tempo, um pouco mais eficiente que o cabeçal do King C. Gillette.
Mais ainda, considero o King C. Gillette até um pouco agressivo. No meu caso, a região do bigode é bastante sensível. Porém, com o Mühle R89 eu consigo fazer a barba no "contra-pelo" com várias lâminas diferentes nessa região. Já com o King C. Gillette, além da gama de lâminas ser menor, geralmente ocorre um pouco de irritação local.
Quanto a eficiência do King C. Gillette, considero-a bastante adequada. Já fiquei até uma semana sem fazer a barba e, mesmo assim, obtive um BBS com esse barbeador sem problemas (com três passadas mais retoques). Em outras palavras, se um barbeador proporciona um BBS com três passadas (comum no wet shaving), considero o barbeador suficientemente eficiente. Ao contrário, creio que um exemplo de um barbeador não eficiente seja o Rockwell 6C/6S com o base plate #1, embora eu não tenha esse barbeador para confirmar essa tese. Também vi relatos de que o King C. Gillette teria eficiência próxima a do Rockwell 6C/6S com o base plate #3, ou seja, uma eficiência intermediária.
Com relação ao projeto do King C. Gillette, concordo com o Thony. O cabeçal foi mal projetado, no sentido que ele é um pouco mais agressivo e um pouco menos eficiente que o do Mühle R89, por exemplo. Também considero a relação peso do cabeçal e peso do cabo não adequada. O cabeçal deveria ser mais pesado para o peso do cabo (ou o cabo deveria ser mais leve). Uso o cabo do King C. Gillete com o cabeçal do Mühle R89 (mais pesado que o do King C. Gillette) e o equilíbrio de peso cabeçal/cabo é melhor.
Não acho que o King C. Gillette tenha sido projetado para ser um excelente barbeador mas sim uma opção de um barbeador tradicional de baixo custo que pode ser encontrado até em farmácias (no exterior) e que proporciona um barbear rente e suave. Atualmente, a linha King C. Gillette (barbeador, pincel, etc.) consolida a participação da marca Gillette no mercado do wet shaving, sem prejudicar o mercado dos aparelhos descartáveis.
Mesmo que não seja encontrado nas farmácias daqui, acho que devemos dar crédito à Gillette (P&G) por distribuir o barbeador King C. Gillette no mercado brasileiro, algo que a maioria das outras marcas de barbeadores tradicionais não fazem, além do que, pelos meus cálculos, creio que a Gillette não esteja tendo tanto lucro aqui quanto lá fora com esse barbeador.
Por fim, para aqueles que possuem o modelo antigo do barbeador Super Barba Metal Gold, basta substituir o base plate do King C. Gillette (mantendo o top cap original) pelo base plate do Metal Gold. O King C. Gillette se tornará um barbeador muito mais eficiente (e também mais agressivo).
(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 09-08-2026 por Eduardo Ono.)
Ser "suave demais" é uma característica desejável para qualquer barbeador. Suavidade não é sinônimo de ineficiência.
Como exemplo, tenho o cabeçal do Mühle R89 e posso dizer que ele é mais suave e, ao mesmo tempo, um pouco mais eficiente que o cabeçal do King C. Gillette.
Mais ainda, considero o King C. Gillette até um pouco agressivo. No meu caso, a região do bigode é bastante sensível. Porém, com o Mühle R89 eu consigo fazer a barba no "contra-pelo" com várias lâminas diferentes nessa região. Já com o King C. Gillette, além da gama de lâminas ser menor, geralmente ocorre um pouco de irritação local.
Quanto a eficiência do King C. Gillette, considero-a bastante adequada. Já fiquei até uma semana sem fazer a barba e, mesmo assim, obtive um BBS com esse barbeador sem problemas (com três passadas mais retoques). Em outras palavras, se um barbeador proporciona um BBS com três passadas (comum no wet shaving), considero o barbeador suficientemente eficiente. Ao contrário, creio que um exemplo de um barbeador não eficiente seja o Rockwell 6C/6S com o base plate #1, embora eu não tenha esse barbeador para confirmar essa tese. Também vi relatos de que o King C. Gillette teria eficiência próxima a do Rockwell 6C/6S com o base plate #3, ou seja, uma eficiência intermediária.
Com relação ao projeto do King C. Gillette, concordo com o Thony. O cabeçal foi mal projetado, no sentido que ele é um pouco mais agressivo e um pouco menos eficiente que o do Mühle R89, por exemplo. Também considero a relação peso do cabeçal e peso do cabo não adequada. O cabeçal deveria ser mais pesado para o peso do cabo (ou o cabo deveria ser mais leve). Uso o cabo do King C. Gillete com o cabeçal do Mühle R89 (mais pesado que o do King C. Gillette) e o equilíbrio de peso cabeçal/cabo é melhor.
Não acho que o King C. Gillette tenha sido projetado para ser um excelente barbeador mas sim uma opção de um barbeador tradicional de baixo custo que pode ser encontrado até em farmácias (no exterior) e que proporciona um barbear rente e suave. Atualmente, a linha King C. Gillette (barbeador, pincel, etc.) consolida a participação da marca Gillette no mercado do wet shaving, sem prejudicar o mercado dos aparelhos descartáveis.
Mesmo que não seja encontrado nas farmácias daqui, acho que devemos dar crédito à Gillette (P&G) por distribuir o barbeador King C. Gillette no mercado brasileiro, algo que a maioria das outras marcas de barbeadores tradicionais não fazem, além do que, pelos meus cálculos, creio que a Gillette não esteja tendo tanto lucro aqui quanto lá fora com esse barbeador.
Por fim, para aqueles que possuem o modelo antigo do barbeador Super Barba Metal Gold, basta substituir o base plate do King C. Gillette (mantendo o top cap original) pelo base plate do Metal Gold. O King C. Gillette se tornará um barbeador muito mais eficiente (e também mais agressivo).

