Pois eu já tive esses mesmos hábitos do José. Minha escolha por barbeadores descartáveis foi quase sempre pelo fator preço (não o menor preço absoluto mas tão perto quanto possível), já usei alguns barbeadores sofríveis inclusive o Bic descartável. É engraçado pensar que nos descartáveis, até quando tive oportunidade de usar, os barbeadores Bic são bem ruins enquanto a lâmina tradicional é uma das melhores na minha opinião.
Tenho uma vaga lembrança de ter em algum momento usado um Sensor Excel, aqueles de alguns anos (ou décadas) atrás, com corpo de metal. Devo ter conseguido alguma promoção ou algo assim. Parei nas 3 lâminas, quando começaram a aparecer os de 4 ou 5 lâminas achei um tanto absurdo. Na verdade, voltei para os de 2: durante muito tempo achei meu ponto quase ideal no Prestobarba de 2 lâminas – bom o suficiente, barato o suficiente.
Mas não foi realmente o preço que me trouxe para o barbear tradicional. Foi pura curiosidade. Pensei por muito tempo em começar com navalha de lâmina fixa, fazendo contas de quanto gastaria em uma navalha (até então só considerava a compra de uma nova), mais as pedras para afiar, mais uma cinta para assentar... Seria um investimento alto, antecipando o valor equivalente a anos comprando barbeadores descartáveis.
A solução de compromisso foi, para mim, o navalhete. Material barato, valia a tentativa pelo baixo investimento, e segui com os hábitos descritos tal qual o José, sem creme ou espuma (sabonete comum, normalmente durante o banho mesmo), sem pós barba, e tudoi bem.
Algumas vezes penso que se eu tivesse iniciado explorando a possibilidade de comprar um Tech vintage, por um preço mediano, poderia ter adotado a linha mais purista de quem não vê sentido em pagar algumas centenas de reais em um barbeador novo (e mais um, e mais outro, e mais um). Não passaria tempo lendo inúmeras avaliações e considerando esse ou aquele por conta de uma configuração ou material diferente enquanto se pode dizer que a questão já foi resolvida há décadas pelo modelo mais clássico.
Mas tenho certeza de que não manteria essa forma de pensar por muito tempo. Talvez ficasse nisso por alguns anos... mas iria fatalmente chegar no King C Gillette, dele talvez fosse para um Merkur ou um Parker, depois para um Mühle, para falar dos mais tradicionais – e eventualmente chegaria em algum dos modernos.
Bem como esse post propõe, chegaria no mesmo lugar em que estamos
Tenho uma vaga lembrança de ter em algum momento usado um Sensor Excel, aqueles de alguns anos (ou décadas) atrás, com corpo de metal. Devo ter conseguido alguma promoção ou algo assim. Parei nas 3 lâminas, quando começaram a aparecer os de 4 ou 5 lâminas achei um tanto absurdo. Na verdade, voltei para os de 2: durante muito tempo achei meu ponto quase ideal no Prestobarba de 2 lâminas – bom o suficiente, barato o suficiente.
Mas não foi realmente o preço que me trouxe para o barbear tradicional. Foi pura curiosidade. Pensei por muito tempo em começar com navalha de lâmina fixa, fazendo contas de quanto gastaria em uma navalha (até então só considerava a compra de uma nova), mais as pedras para afiar, mais uma cinta para assentar... Seria um investimento alto, antecipando o valor equivalente a anos comprando barbeadores descartáveis.
A solução de compromisso foi, para mim, o navalhete. Material barato, valia a tentativa pelo baixo investimento, e segui com os hábitos descritos tal qual o José, sem creme ou espuma (sabonete comum, normalmente durante o banho mesmo), sem pós barba, e tudoi bem.
Algumas vezes penso que se eu tivesse iniciado explorando a possibilidade de comprar um Tech vintage, por um preço mediano, poderia ter adotado a linha mais purista de quem não vê sentido em pagar algumas centenas de reais em um barbeador novo (e mais um, e mais outro, e mais um). Não passaria tempo lendo inúmeras avaliações e considerando esse ou aquele por conta de uma configuração ou material diferente enquanto se pode dizer que a questão já foi resolvida há décadas pelo modelo mais clássico.
Mas tenho certeza de que não manteria essa forma de pensar por muito tempo. Talvez ficasse nisso por alguns anos... mas iria fatalmente chegar no King C Gillette, dele talvez fosse para um Merkur ou um Parker, depois para um Mühle, para falar dos mais tradicionais – e eventualmente chegaria em algum dos modernos.
Bem como esse post propõe, chegaria no mesmo lugar em que estamos
