Muito obrigado pelas palavras, Igor!
O mérito é todo seu por ter lançado o desafio. Foi um exercício extremamente prazeroso de fazer, uma verdadeira viagem no tempo. Abrir as pastas antigas, reencontrar fotos que estavam esquecidas há anos e resgatar a história de como cada peça foi parar na minha bancada me deixou genuinamente feliz. No fim das contas, uma parte essencial do que fazemos aqui é exatamente isso: a preservação da história, das memórias e das amizades que criamos ao longo do caminho.
Sobre a lâmina fixa, mesmo já tendo feito ótimas barbas tanto com navalhetes quanto com navalhas, considero que estou em constante evolução e aprendizado. É um terreno onde nunca dá para dizer que dominamos tudo por completo. Confesso que nos últimos tempos fiquei muito concentrado nas safety razors pela praticidade do dia a dia, mas pretendo retomar a prática da afiação e o uso das navalhas com calma.
Inclusive, já está no radar encomendar um strop novo em breve, já que o meu antigo acabou virando puro mofo depois de tantos anos esquecido no fundo do armário. O grande ponto da navalha fixa é a demanda por tempo livre, seja para assentar e afiar com a dedicação necessária ou para fazer a barba sem nenhuma pressa. É algo que pretendo organizar melhor na minha rotina para voltar a desfrutar como se deve.
Quanto à aventura no mundo dos sabões, pretendo estudar o assunto com muita calma. O mais legal é que até minha esposa se animou com a ideia, já que ela já vinha flertando com a criação de velas aromáticas e sabonetes artesanais. Vamos ver se consigo essa liga e transformo a bancada em laboratório a quatro mãos!
Pode ter certeza de que vou documentar cada passo, os acertos e os inevitáveis desastres químicos dos primeiros ensaios para compartilhar aqui com a confraria.
Um forte abraço, meu amigo!
O mérito é todo seu por ter lançado o desafio. Foi um exercício extremamente prazeroso de fazer, uma verdadeira viagem no tempo. Abrir as pastas antigas, reencontrar fotos que estavam esquecidas há anos e resgatar a história de como cada peça foi parar na minha bancada me deixou genuinamente feliz. No fim das contas, uma parte essencial do que fazemos aqui é exatamente isso: a preservação da história, das memórias e das amizades que criamos ao longo do caminho.
Sobre a lâmina fixa, mesmo já tendo feito ótimas barbas tanto com navalhetes quanto com navalhas, considero que estou em constante evolução e aprendizado. É um terreno onde nunca dá para dizer que dominamos tudo por completo. Confesso que nos últimos tempos fiquei muito concentrado nas safety razors pela praticidade do dia a dia, mas pretendo retomar a prática da afiação e o uso das navalhas com calma.
Inclusive, já está no radar encomendar um strop novo em breve, já que o meu antigo acabou virando puro mofo depois de tantos anos esquecido no fundo do armário. O grande ponto da navalha fixa é a demanda por tempo livre, seja para assentar e afiar com a dedicação necessária ou para fazer a barba sem nenhuma pressa. É algo que pretendo organizar melhor na minha rotina para voltar a desfrutar como se deve.
Quanto à aventura no mundo dos sabões, pretendo estudar o assunto com muita calma. O mais legal é que até minha esposa se animou com a ideia, já que ela já vinha flertando com a criação de velas aromáticas e sabonetes artesanais. Vamos ver se consigo essa liga e transformo a bancada em laboratório a quatro mãos!
Pode ter certeza de que vou documentar cada passo, os acertos e os inevitáveis desastres químicos dos primeiros ensaios para compartilhar aqui com a confraria.
Um forte abraço, meu amigo!
