Caro Ruas,
Não sei o que pensam os demais confrades, mas para mim o fator decisivo para considerar um barbear um BBS de verdade é o estado da pele algumas horas depois do ritual.
Se após duas ou três horas eu sinto a pele calma, sem vermelhidão, sem ardência residual e com o tato preservado (sem pontas de pelo despontando contra o grão), aí sim considero um BBS legítimo. Passar a mão logo após enxaguar o rosto pode ser uma ilusão passageira se a epiderme estiver esfoliada em excesso.
Por isso, se você termina com cortes ou vários pontinhos de sangue, acho impossível chamar de BBS. Falha frontalmente no quesito mais elementar, que é a integridade da pele e o conforto do pós. Um corte é um acidente de percurso, já irritação generalizada é erro de técnica ou excesso de insistência com a lâmina.
Eu diria que o BBS reside no equilíbrio entre uma boa experiência durante as passadas e a suavidade preservada no pós.
Também passo longe de ser um fundamentalista dessa sigla. Já tive inúmeros barbeares que resultaram num DFS (Damn Fine Shave) impecável, sem ser 100% liso em cantos difíceis do pescoço, mas que me deixaram extremamente satisfeito pelo conforto.
No fim das contas, muito mais importante do que perseguir o BBS a qualquer custo é curtir o processo e respeitar o próprio rosto.
Não sei o que pensam os demais confrades, mas para mim o fator decisivo para considerar um barbear um BBS de verdade é o estado da pele algumas horas depois do ritual.
Se após duas ou três horas eu sinto a pele calma, sem vermelhidão, sem ardência residual e com o tato preservado (sem pontas de pelo despontando contra o grão), aí sim considero um BBS legítimo. Passar a mão logo após enxaguar o rosto pode ser uma ilusão passageira se a epiderme estiver esfoliada em excesso.
Por isso, se você termina com cortes ou vários pontinhos de sangue, acho impossível chamar de BBS. Falha frontalmente no quesito mais elementar, que é a integridade da pele e o conforto do pós. Um corte é um acidente de percurso, já irritação generalizada é erro de técnica ou excesso de insistência com a lâmina.
Eu diria que o BBS reside no equilíbrio entre uma boa experiência durante as passadas e a suavidade preservada no pós.
Também passo longe de ser um fundamentalista dessa sigla. Já tive inúmeros barbeares que resultaram num DFS (Damn Fine Shave) impecável, sem ser 100% liso em cantos difíceis do pescoço, mas que me deixaram extremamente satisfeito pelo conforto.
No fim das contas, muito mais importante do que perseguir o BBS a qualquer custo é curtir o processo e respeitar o próprio rosto.
