Do barbeador à... criação de galinhas: qual é o seu outro hobby?

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(17-08-2026)Joao Americo Escreveu:
(16-08-2026)convencional Escreveu: Lapiseiras... principalmente daquelas que usam minas/grafites 2.0mm.
Prefiro nem me estender no assunto... kkk


Ano passado comprei uma Koh-I-Noor de 2 mm durante uma viagem, fica muito em conta comprar na origem. Me arrependi de não ter comprado mais coisas.

A maioria das Koh-i_Noor que consegui foram através de um vendedor do Ebay da República Tcheca que por incrível que pareça, tinha frete internacional grátis. Isso em 2016/17. E me arrependeria muito se não o tivesse feito, pois hoje seria bem mais difícil. Comprar aqui no BR nem naquele tempo compensava...
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  • Joao Americo, Maximus Brow
(17-08-2026)Joao Americo Escreveu:
(16-08-2026)convencional Escreveu: Lapiseiras... principalmente daquelas que usam minas/grafites 2.0mm.
Prefiro nem me estender no assunto... kkk

Muito bacanas essas lapiseiras. Já tive uma época de ter esses materiais de desenho como objetos de consumo, itens muito difíceis de encontrar por aqui e sempre muito caros. Compassos e canetas nanquim faziam parte desse grupo, para quem precisava usar como ferramentas de estudo ou trabalho.

Ano passado comprei uma Koh-I-Noor de 2 mm durante uma viagem, fica muito em conta comprar na origem. Me arrependi de não ter comprado mais coisas.

Comentando sobre a proposta inicial dessa publicação: eu acho que o barbear tradicional fica posicionado no limite do que se pode defininir como hobby, pois é algo altamente funcional e essencial para a maioria dos homens. Eu acho que alguém que resolve ter um par de barbeadores, um par de pincéis, ou até meia dúzia de cada, ainda não chega ao ponto de ter mais do que o essencial. Com mais itens e tipos itens mais raros ou especializados etc já dá para considerar que avançamos para a classificação de entusiata, hobbista, colecionador ou qualquer que seja o termo mais adequado.

Interessante que o Igor comenta sobre bicicletas, eu tive algumas antigas e ainda tenho uma – que não passou por uma restauração com objetivo de manter a originalidade mas ainda assim tem o seu caráter de clássica. Fora isso, já tive minha época de atleta de baixíssimo rendimento iniciando no ciclismo de estrada, aos finais de semana com alguma frequência. Hoje somente acompanho as competições mais importantes como fã do esporte.

Por fim, voltando aos comentários dos colegas, no tema do mais recente sobre café: compartilho desse interesse já há algum tempo, muito também por influência de minha esposa que curte bastante. Entramos na tendêcia de comprar alguns materiais mais especializados, café de tipos e origens menos comuns e desde então esse foi um caminho sem volta. Mas, da mesma forma que o barbear, penso se não seria o mesmo caso de encarar esse tema mais como um interesse especial do que verdadeiramente um hobby pois já está integrado a nosso cotidiano.


[Imagem: 8b46dbf1f67415cbf725161484e8e93a.jpg]
João, esse é o meu cantinho do café. A máquina la pavoni a esquerda no balcão foi vendida. Foi a única mudança até agora.


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  • Joao Americo, Maximus Brow
(17-08-2026)stenio Escreveu:
(17-08-2026)Joao Americo Escreveu:
(16-08-2026)convencional Escreveu: Lapiseiras... principalmente daquelas que usam minas/grafites 2.0mm.
Prefiro nem me estender no assunto... kkk

Muito bacanas essas lapiseiras. Já tive uma época de ter esses materiais de desenho como objetos de consumo, itens muito difíceis de encontrar por aqui e sempre muito caros. Compassos e canetas nanquim faziam parte desse grupo, para quem precisava usar como ferramentas de estudo ou trabalho.

Ano passado comprei uma Koh-I-Noor de 2 mm durante uma viagem, fica muito em conta comprar na origem. Me arrependi de não ter comprado mais coisas.

Comentando sobre a proposta inicial dessa publicação: eu acho que o barbear tradicional fica posicionado no limite do que se pode defininir como hobby, pois é algo altamente funcional e essencial para a maioria dos homens. Eu acho que alguém que resolve ter um par de barbeadores, um par de pincéis, ou até meia dúzia de cada, ainda não chega ao ponto de ter mais do que o essencial. Com mais itens e tipos itens mais raros ou especializados etc já dá para considerar que avançamos para a classificação de entusiata, hobbista, colecionador ou qualquer que seja o termo mais adequado.

Interessante que o Igor comenta sobre bicicletas, eu tive algumas antigas e ainda tenho uma – que não passou por uma restauração com objetivo de manter a originalidade mas ainda assim tem o seu caráter de clássica. Fora isso, já tive minha época de atleta de baixíssimo rendimento iniciando no ciclismo de estrada, aos finais de semana com alguma frequência. Hoje somente acompanho as competições mais importantes como fã do esporte.

Por fim, voltando aos comentários dos colegas, no tema do mais recente sobre café: compartilho desse interesse já há algum tempo, muito também por influência de minha esposa que curte bastante. Entramos na tendêcia de comprar alguns materiais mais especializados, café de tipos e origens menos comuns e desde então esse foi um caminho sem volta. Mas, da mesma forma que o barbear, penso se não seria o mesmo caso de encarar esse tema mais como um interesse especial do que verdadeiramente um hobby pois já está integrado a nosso cotidiano.


[Imagem: 8b46dbf1f67415cbf725161484e8e93a.jpg]
João, esse é o meu cantinho do café. A máquina la pavoni a esquerda no balcão foi vendida. Foi a única mudança até agora.


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Uau, muita coisa legal mesmo. Aqui temos algumas coisas em prateleiras pequenas, nem tudo cabe aqui como o moedor de café que é meio grandinho. Esse filtro V60 branco tem uns 10 anos de serviço já. A rotina é mais ou menos de usarmos sempre V60 no dia a dia e a Bialetti aos finais de semana.

[Imagem: 5Z2xkb3.jpeg]



Respondendo ao que o Convencional comentou, esses materiais de desenho eram de muito interesse em minha época de Senai, quando comecei a trabalhar já praticamente não se usava desenho técnico feito à mão, estava tudo migrando para o computador. Ficou mesmo só a memória.

Eu não tinha mais a Koh-I-Noor tão presente na lembrança até visitar Praga e ver loja atrás de loja deles. Nem sabia que a marca era de lá. Comprei uma lapiseira e foi só, deveria ter comprado mais coisas.
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  • Maximus Brow, stenio



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