Barbear do mês Maio de 2026

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SOTD 2026-05-17
+ Máquina: Charcoal Goods Lvl3 (Gen3)
+ Lâmina: Perma-Sharp (1)
+ Pincel: Vie-Long two-band badger 26mm
+ Sabão: Murphy & McNeil Gael Laoch V2 FROST
+ Pós-barba: Murphy & McNeil splash
   
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  • Dablio, Gustavo CDL, Jairo, Joao Americo, montag731, RuasMensGrooming, thony
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Thony, que show. Fazem anos que tenho vontade/curiosidade em fazer a barba com navalha. Como é a experiência?


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(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 22-05-2026 por stenio.)
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  • Joao Americo
(22-05-2026)stenio Escreveu: Thony, que show. Fazem anos que tenho vontade/curiosidade em fazer a barba com navalha. Como é a experiência?


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Stenio. Eu acho mais fácil (e seguro) a navalha fixa comparado ao navalhete (que é muito arisco) .
Como minha prática é  pouca. Vou devagar. 
O problema  mesmo é  afiar a navalha (exige pedras caras). Essa aí um barbeiro adiou pra mim.
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  • Joao Americo
Sempre fico nesse impasse. Como iria manter a afiação.. descobri através da olx que tem um camarada aqui na região metropolitana de Recife que faz esse serviço de afição. Inclusive tem umas para venda.


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  • Joao Americo, Maximus Brow
SOTD 2026-05-24
+ Máquina: Yaqi Final Cut Brass (posição 5)
+ Lâmnina: Voskhod (1)
+ Pincel: Semogue boar 26.5mm (TSN Final Edition 40/50)
+ Sabão: Grooming Dept Bergamot and Lavender
+ Pós-barba: Fine splash (Clubhouse)
   
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[Imagem: 8cb2f8b8d3c1fd25ea885bb6f5682c52.jpg]
Hoje finalizei o barbear com uma lembrança do meu falecido pai. Ele usava desodorante leite de rosas. Tem cheiro de saudades


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  • Anderson Rios, Joao Americo, jsbach, Maximus Brow, montag731, RuasMensGrooming
Caros foristas,

Ontem à noite, num daqueles momentos que tento evitar a todo custo — mas que a rotina da empresa no dia seguinte torna praticamente inevitável — acabei realizando mais um barbear completo. A escolha da vez recaiu sobre dois clássicos da Gillette: o Gillette New Brasil (open comb) e o Gillette Old Type, este último apenas como referência de comparação.

Iniciei com o Gillette New Brasil, exemplar da década de 1930, já pertencente à fase em que a Gillette abandona a brutalidade estética dos primeiros projetos e passa a lapidar suas cabeças com mais critério após a consolidação do sistema de lâmina dupla. O resultado foi, como de costume, quase indecente de tão eficiente: um barbear extremamente limpo, previsível e confortável, com a precisão típica de um projeto que já nasceu com certo senso de civilização mecânica.

Realizei apenas duas passagens e o meu rosto quase reluzia com uma espécie de satisfação suspeita, de tão bem barbeado que fiquei.

A comparação com o Gillette Old Type surge de maneira inevitável quando se observa o comportamento do New.

O Old Type pertence a uma escola mais primitiva de engenharia. Sua construção é deliberadamente simples, quase austera, com a lâmina assumindo uma posição mais exposta e menos “assistida” pelo conjunto. Isso resulta em um comportamento absolutamente medieval: qualquer descuido de ângulo ou pressão é imediatamente convertido em resposta perceptível. Não há tentativa de suavização, tampouco diplomacia técnica. É um aparelho que exige respeito e devolve exatamente o que recebe, sem filtros.

Se o manuseio não for leve como a pena de uma asa de anjo, cortes e irritações serão praticamente garantidos — sem espaço para negociação.

O New Brasil, por outro lado, representa uma evolução mais civilizada desse conceito. A lâmina é melhor estabilizada entre base e tampa, e o conjunto geométrico da cabeça transmite uma sensação clara de maior controle. O pente aberto mantém a eficiência característica, mas com uma previsibilidade quase irritante de tão consistente. É o tipo de aparelho que executa sua função sem drama, como se estivesse discretamente convencido de sua própria superioridade funcional.

Há até um certo risco psicológico: você quase sai do banheiro levemente decepcionado por não ter participado de um pequeno evento caótico.

Em termos práticos e sem romantizações excessivas:

* O Old Type é mais direto, mais exigente e absolutamente intolerante a descuidos.
* O New Brasil é mais estável, mais previsível e consideravelmente mais indulgente, sem abdicar da eficiência.

Para este barbear, utilizei:

1. Barbeador: Gillette New Brasil
2. Pincel: Rockwell sintético
3. Lâmina: Parker
4. Sabão: Rockwell (infelizmente em seus últimos estertores)
5. Pós-barba: Bozano Aloe Vera (simples, acessível e funcional)

No conjunto, um barbear tecnicamente irrepreensível, quase excessivamente competente, daqueles que deixam pouco espaço para qualquer narrativa dramática — o que, ironicamente, talvez seja exatamente o objetivo desses aparelhos quando bem utilizados.

abs,

MB
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  • Anderson Rios, Joao Americo, montag731, Thomas, thony
Pré: Agua quente
Pincel: Yaqi sagrada família 24mm
Sabão: Bob soaps Green Fresh
Lâmina: BIC chrome platinum 
Barbeador: Edwin Jagger DE89BL
Pós-Barba: Palmindaya Mentol
Gel pós-barba: Bozzano refrescante


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(Esta mensagem foi modificada pela última vez a: 27-05-2026 por Henriiique022.)
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  • Anderson Rios, gustavobel, Henriiique022, Joao Americo, jsbach, montag731, stenio, Thomas, thony



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